Santa Missa na Igreja da Obediência a Deus Pai

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Na JMJ, usaram copos plásticos na administração da Sagrada Eucaristia em Missa
31.07.2013 - Não se tratava de copo plástico?

Alguns avestruzes, se esforçando para não enxergar, insistem que não se tratava de copos plásticos na administração da Sagrada Comunhão durante a Missa de envio da JMJ 2013. Bem, temos imagens em alta resolução que provam o fato.
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR E COMPROVE...
 
Fonte: http://fratresinunum.com/
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Nota de www.rainhamaria.com.br  -  por Dilson Kutscher
Disse o Monsenhor Albert M. Ranjith Patabendige, Secretário da Conregação. para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, à Revista Radici Cristiane:
A situação da fé na presença real da Eucaristia é bastante preocupante (em 2008, na festa da Assunção da Santíssima Virgem)
"Não infreqüentemente nós ouvimos hoje de padres que, revelando uma falta de fé e de entendimento, celebram os Sagrados Mistérios da Eucaristia de uma maneira que é indigna de sua celestial magnificência. Também muitos fiéis perderam o sentido para o sagrado do Sacríficio da Missa. O convite de Jesus de se tornar completamente um com Ele e de receber a vida Dele, vida que corre de Seu tremendo Sacrifício do Gólgota, e de ser parte de Sua celestial assembléia do novo povo de Deus, — como o Senhor diz: Enquanto o Pai vivo me enviou, e eu vivo pelo Pai; assim aquele que me come, também viverá por mim. — esse convite maravilhoso está sendo degradado por uma visão puramente intra-mundana e horizontal da Santa Eucaristia, na qual não se vê mais que apenas o pão terreno. Nós não podemos honrar Maria se nós não podemos honrar Jesus Eucarístico!"
Esses, ao permitirem a Sagrada Eucaristia em copos plásticos, podem usar a desculpa de humildade, mas demonstram claramente que NÃO ACREDITAM MAIS NA PRESENÇA REAL DE NOSSO SENHOR NA HÓSTIA CONSAGRADA; se é que um dia acreditaram...
"A pessoa pode esperar de pé por símbolos e promessas, mas a realidade que é DEUS presente na EUCARISTIA, a pessoa DEVE RECEBER COM CARINHO E DE JOELHOS!"(Papa São Pio X)
Nas aparições em Fátima, 1917, Nossa Senhora antecipou:
“Virão modas que ofenderão muito a Deus... O Céu não tem modas, o mundo as tem todas...”
Diz na Sagrada Escritura:
"Ele lhes disse: Vós pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante Deus." (Lc 16,15)
(Nota: porque as atitudes revelam os valores do coração)
“Não relaxeis o vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor.” (Rm.12,11).
 
 
Após declaração do Papa, padre excomungado por defender gays vai à Justiça contra punição
30.07.2013 -
n/d
Impulsionado pelas declarações do papa Francisco sobre homossexuais, o padre Beto, excomungado em abril deste ano após declarações de apoio a gays, decidiu recorrer à Justiça para tentar anular sua exclusão da Igreja Católica.
Roberto Francisco Daniel, 48, conhecido como padre Beto, contratou advogados e protocolou na segunda-feira uma medida cautelar contra a Diocese de Bauru (329 km de São Paulo). Questiona a forma como foi expulso da igreja, num tribunal em que, segundo ele, compareceu sem saber do que se tratava e sem direito à defesa.
Ele estudava a possibilidade de ir à Justiça desde a época do excomunhão, mas diz que a postura do papa Francisco o estimulou ainda mais. No final de sua visita ao Brasil, o papa fez a mais ousada declaração de um pontífice sobre o homossexualismo. "Se uma pessoa é gay e busca Deus, quem sou eu para julgá-la?", disse
A ação judicial tramita na 6ª Vara Cível de Bauru. O religioso alega que tratado assinado entre o Vaticano e o governo brasileiro determina que o sistema constitucional e as leis brasileiras sejam seguidos pela igreja. Beto afirma que, além de não ter tido direito de defesa, a decisão foi publicada no mesmo dia em que foi tomada, no site da diocese.
"Fui tratado como um adolescente. Fui exposto publicamente", diz. "Essa ação judicial é também para que todo brasileiro entenda que nenhuma instituição pode fazer isso com uma pessoa".
O ex-padre disse que acreditava que seu processo de excomunhão não estivesse encerrado e ainda teria de ser assinado pelo Vaticano. Ao estudar o caso, descobriu que a decisão da Diocese de Bauru é definitiva na igreja. Por isso resolveu tentar revertê-la na Justiça.
"Não movo uma ação contra a Igreja Católica. Existe igreja e igreja. A ação é contra a diocese", ressalta.
Antes da excomunhão, Beto havia decidido pedir um afastamento temporário de suas funções. Isso aconteceu depois que o bispo de Bauru, Dom Caetano Ferrari, 70, determinou uma retratação por causa de entrevistas em que o religioso falava sobre os homossexuais e questionava o conservadorismo da Igreja Católica.
A Diocese de Bauru ainda não se manifestou sobre a ação judicial. O argumento oficial para a excomunhão foi que Beto "negou categoricamente a cumprir o que prometera em sua ordenação sacerdotal: fidelidade ao Magistério da Igreja e obediência aos seus legítimos pastores".
Depois da excomunhão, Beto seguiu dando aulas em universidades, concedeu entrevistas para programas de TV e escreveu o livro "Verdades Proibidas - ideias do padre que a igreja não conseguiu calar", lançado esta semana.
Fonte: Folha SP
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LEMBRANDO DO CASO...
Artigo do Site Maria Mãe da Igreja: Cuidado Católicos, Reformistas em Ação
30.07.2013 -
n/d
Diz na Sagrada Escritura:
“Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve. Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro.” (1 Jo. 4, 5)
No momento em que vemos claramente todo o esforço do grande ungido doSenhor, Papa Bento XVI, no sentido de  renovar a prioridade ao Primeiro Mandamento dentro da Igreja, expressada no avivamento Litúrgico, da Sacralidade, da Doutrina e da Tradição, ser novamente colocada de lado, cumpre-nos renovar o alerta: a grande maioria dos eclesiásticos e leigos voltou a insistir em afundar-se no poço escuro e sem volta do modernismo, do ecumenismo e da teologia da libertação, esquecendo que sem priorizar o Amor, a Misericórdia e as Graças de Deus nada conseguirão.
Continue lendo, acesse o site Maria Mãe da IgrejaCLIQUE AQUI
 
Chile: Veja imagens da profanação abortista na Catedral de Santiago
 
Novamente para lembrar, diz na Sagrada Escritura:
"Porque então a tribulação será tão grande como nunca foi vista, desde o começo do mundo até o presente, nem jamais será". (Mt 24,21)
“Se não se abreviassem aqueles dias, não se salvaria pessoa alguma; porém, serão abreviados aqueles dias em atenção aos escolhidos." (Mt. 24, 22).
Jesus fala que a crise de Fé e de Moral serão tão grandes, mas tão grandes, que se não se “abreviassem”, pessoa alguma se "salvaria", como que indicando a extensão da onda de crimes e pecados que destruirão a sociedade do final dos tempos. (ou seja: a apostasia mundial)
Diz também na Sagrada Escritura:
"Sabei antes de tudo o seguinte: nos últimos tempos virão escarnecedores cheios de zombaria, que viverão segundo as suas próprias concupiscências". (2Pd 3,3)
"Os quais vos diziam: No fim dos tempos virão impostores, que viverão segundo as suas ímpias paixões;" (Jd 1,18)
VEJA O VIDEO:  Profanação abortista na Catedral de Santiago, no Chile

Fonte: www.comshalom.org
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Papa Francisco proibe Franciscanos da Imaculada de celebrar a Missa Tradicional
 
A Ruína dos Franciscanos da Imaculada.
 
Uma das ordens religiosas mais florescentes do mundo. Proibidos de celebrar a Missa Tradicional – uma manobra Aviz e Carballo. Com o aval do Papa.
A primeira vez que Francisco contradiz Bento
Isso aconteceu quanto ao ponto nevrálgico da Missa no rito antigo. Ratzinger permitiu a celebração para todos. Bergoglio a proibiu a uma ordem religiosa que a preferia. 
Por Sandro Magister | Tradução: Fratres in Unum.comROMA, 29 de julho de 2013 – Um ponto sobre o qual Jorge Mario Bergoglio estava à espreita, após a sua elevação ao papado, era o da Missa no rito antigo.
Alguns previam que o Papa Francisco não se desviaria da rota de seu predecessor, que havia liberado a celebração da Missa no rito antigo como forma “extraordinária” do rito moderno [sic], com o Motu Proprio “Summorum Pontificum”, de 7 de julho de 2007:
e com a posterior Instrução “Universæ ecclesiæ” de 13 de maio de 2011:
Outros previam por parte de Francisco uma restrição — ou diretamente uma revogação — da possibilidade de celebrar a Missa com o rito anterior ao Concílio Vaticano II, inclusive ao custo de contradizer as resoluções do ainda vivo Bento XVI.
Ao ler um decreto emitido pela Congregação vaticana para os Religiosos, pouco antes da viagem de Francisco ao Brasil, com a aprovação explícita do mesmo Papa, deveríamos dar mais razão aos segundos que aos primeiros.
O decreto é datado de 11 de julho de 2013, número de protocolo 52741/2012, assinado pelo prefeito da Congregação, o Cardeal João Braz de Aviz, focolar, e pelo secretário da mesma, o arcebispo José Rodríguez Carballo, franciscano.
Braz de Aviz é o único alto dirigente da cúria de nacionalidade brasileira, motivo pelo qual acompanhou Francisco em sua viagem ao Rio de Janeiro. Tem fama de progressista, embora mais lhe corresponda a de confuso. E será um dos primeiros a desaparecer, tão logo tome corpo a reforma da cúria anunciada por Francisco.
Pelo contrário, Rodríguez Carballo goza da plena confiança do Papa. Sua promoção a número dois da Congregação foi desejada pelo mesmo Francisco, no início de seu pontificado.
É difícil, então, pensar que o Papa Bergoglio não se tenha dado conta do que aprovava quando lhe fora apresentado o decreto antes de sua publicação.
O decreto institui um comissário apostólico — na pessoa do frei capuchinho Fidenzio Volpi — à cabeça de todas as comunidades da Congregação dos Irmãos Franciscanos da Imaculada.
E este é o motivo do assombro, porque os Franciscanos da Imaculada são uma das mais florescentes comunidades religiosas nascidas nas últimas décadas no interior da Igreja Católica, com ramos masculino e feminino, com numerosas e jovens vocações, difundidas em vários continentes e com uma missão também na Argentina.
Eles se reivindicam como fiéis à Tradição, em pleno respeito ao magistério da Igreja. Tão certo que em suas comunidades celebram missas tanto no rito antigo como no moderno, como fazem, por outra parte, em todo o mundo centenas de outras comunidades religiosas — para dar um só exemplo: os beneditinos de Nursia — aplicando o espírito e a letra do Motu Proprio “Summorum Pontificum”, de Bento XVI.
Mas precisamente isso foi criticado por um núcleo de dissidentes internos, que apelaram às autoridades vaticanas lamentando a excessiva inclinação de sua Congregação a celebrar a missa no rito antigo, com o efeito de criar exclusões e contraposições dentro da comunidade, minar a unidade interna e, por ainda, debilitar o mais amplo “sentire cum Ecclesia”.
As autoridades vaticanas responderam enviando há um ano um visitador apostólico. E agora se realiza a nomeação do comissário.
Mas o que mais surpreendente são os últimos cinco itens do decreto de 11 de julho:
“Ademais do exposto, o Santo Padre Francisco dispôs que cada um dos religiosos da Congregação dos Frades Franciscanos da Imaculada está obrigado a celebrar a liturgia segundo o rito ordinário e que, eventualmente, o uso da forma extraordinária (Vetus Ordo) deverá ser explicitamente autorizada [sic] pelas autoridades competentes, para cada religioso e/ou comunidade que solicite”.
O assombro deriva do fato de que o que se decreta contradiz as disposições providas por Bento XVI, que para a celebração da Missa no rito antigo “sine populo” não exige nenhum pedido prévio de autorização:
“Ad talem celebrationem secundum unum alterumve Missale, sacerdos nulla eget licentia, nec Sedis Apostolicae nec Ordinarii sui” (1).
Enquanto que, para as missas “cum populo”, estipulam algumas condições, mas sempre assegurando a liberdade de celebrar.
Em geral, contra um decreto de uma Congregação vaticana é possível apresentar um recurso ao tribunal supremo de Assinatura Apostólica, atualmente presidida por um cardeal, o americano Raymond Leo Burke, considerado amigo dos tradicionalistas.
Mas se o decreto é objeto de aprovação em forma específica por parte do Papa, como parece ser o caso, o recurso não é admitido.
Os Franciscanos da Imaculada deverão ater-se à proibição de celebrar a Missa no rito antigo a partir de domingo, 11 de agosto.
E o que acontecerá agora, não só para eles, mas para toda a Igreja?
Bento XVI estava convencido de que “as duas formas do uso do rito romano podem enriquecer-se mutualmente”. Assim havia explicitado na angustiada carta aos bispos de todo o mundo, com a qual havia acompanhado o motu proprio “Summorum Pontificum”:
Mas daqui em diante, não é mais assim. Ao menos não para todos. Aos Franciscanos da Imaculada, obrigados a celebrar a missa somente na forma moderna, não lhes restará mais que um só modo de entesourar o que também defendia Bento XVI: “manifestar”, também nessa forma, “com mais força com que se costuma até agora, essa sacralidade que atrai a muitos ao uso antigo”.
É fato que se rachou um ponto de referência do pontificado de Joseph Ratzinger. De uma exceção que muitos temem — ou defendem — se converterá rapidamente em regra.
* * *
(1) Curiosamente, mesmo depois de seis anos de sua publicação, o motu proprio “Summorum Pontificum” de Bento XVI continua presente na página web da Santa Sé, mas somente em dois idiomas, e entre os menos conhecidos: o latim e o húngaro.
Fonte: http://fratresinunum.com