Santa Missa na Igreja da Obediência a Deus Pai

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Sacerdote punido pelo Bispo: Seu crime? Ensino da verdadeira e sã doutrina católica


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A imprensa internacional – incluindo a italiana  – divulgou com certa relevância, uma notícia relacionada a Dom Thomas Ladner, um padre austríaco suspenso de seu magistério por falar aos seus alunos sobre o Inferno e o Purgatório. Contudo ninguém questionou o que havia por trás dessa dura medida aplicada pelo bispo de Innsbruck, Mons. Manfred Scheuer, contra este jovem padre de apenas 36 anos e muito apreciado como professor de religião pelos pais das crianças matriculadas na escola primária de Stans, no Tirol, uma cidade de 1.500 habitantes.
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A decisão da Diocese os surpreendeu. E de forma amarga. Ao ponto de forçá-los a organizar rapidamente um abaixo-assinado, para recuperarem, no próximo ano letivo, as aulas de Dom Thomas. O próprio prefeito, Michael Huber, enviou uma dura carta de protesto à Cúria, definindo essa decisão de revogar o ensino como “inaceitável”, unilateral e de causar confusão na comunidade local, e que, de acordo com o jornal Tiroler Tageszeitung, não haviam sido ao menos consultados para uma escolha com graves consequências para crianças em idade escolar e suas famílias.
A “culpa” do sacerdote não seria apenas de ter falado sobre os Novíssimos em sala de aula e sobre a família, em uma linguagem julgada pela Diocese como “retórica” e “desatualizada”, “improprio para as crianças em sua faixa etária.” Não, outra grande falta de Dom Thomas, auxiliar da paróquia local, no entanto, seria de querer levar a sua vocação a sério, a ponto de usar batina habitualmente. Comportamentos evidentemente indesejáveis ​​da diocese. Mas porquê?
O Bispo, Mons. Scheuer, na Conferência Episcopal Austríaca, é responsável pelos setores da Cáritas e da Pax Christi. Sendo, desta última, o Presidente Nacional. E a Pax Christi, na Áustria, prega o ambientalismo, o pacifismo, o antimilitarismo, o antinuclearismo, o igualitarismo, o ecumenismo, o Conciliarismo – com base nos “sinais dos tempos”. Em suma, todos os “ismos” ideologicamente possíveis. Mas não é só. Basta visitar o site da Pax Christi Áustria para ver como e quantos pontos há sobre o espírito de Assis, sobre a emancipação das mulheres e sobre a teologia feminista. O bispo de Innsbruck está a cargo de tudo isso.
No que diz respeito à moral sexual e acesso aos sacramentos aos divorciados recasados, em uma entrevista concedida em 30 de janeiro no Die Presse, Mons. Scheuer disse que espera um “processo dinâmico” por parte da Igreja e vê neste sentido, um sinal de esperança, pelo fato do Papa  ter nomeado o cardeal Kasper para o relatório de abertura do Consistório.
Recebeu-se com alegria o convite do Papa para “aproximar-se das pessoas feridas por uma abertura maior”, admitindo também “o direito à vida por outras pessoas”. Desde que o outro não seja o bispo de Limburg, Mons. Franz-Peter Tebartz-van Elst, acusado – segundo muitos, injustamente – de excessivos gastos na construção da nova sede episcopal e, sendo assim, suspenso do cargo. De acordo com Mons. Scheuer, o comportamento de seu confrade não teria sido “sábio” …
Se a condução da diocese é essa, como esperar, com toda a honestidade, um tratamento diferente para um sacerdote, cujo único “crime” é ser um padre sério e coerente no ensino da verdadeira e sã doutrina católica? Com a retirada do ensinamento, cada vez mais se assume um sabor da emboscada.
Dom Ladner saiu de férias, está desaparecido e evita dessa forma a tempestade midiática atingida sobre ele, contra a sua vontade. Mas não é de estranhar que o Instituto para a Pastoral da Educação e o próprio Bispo não tenham enviado qualquer resposta às muitas vozes de protesto depois que a “limpeza” foi consumada: sua esperança é que, opondo-se pela conspiração do silêncio, mais cedo ou mais tarde os ânimos se acalmem e as críticas cessem.
Fonte: http://catolicosribeiraopreto.com
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
VEJA BEM: Um Bispo pune um padre tradicional por este falar aos seus alunos sobre o Inferno e o Purgatório, mostrando e orientando seu "rebanho" ao caminho "SANTO" e correto, que leva ao BOM PASTOR JESUS, que conduz SUAS ovelhas para longe das"garras dos lobos, das feras, bestas...enfim do demônio" que querem devorar todo o rebanho. (padre muito apreciado como professor de religião pelos pais das crianças matriculadas naquela escola primária)
O crime deste padre para ser punido, foi ser um sacerdote zeloso e coerente no ensino da verdadeira e sã doutrina católica, zelando também pelo traje eclesial (batina) e pelas tradições da Santa Igreja Católica.
Este corajoso e zeloso sacerdote foi punido por seus superiores eclesiásticos, que por livre escolha e vontade, preferem fazer alianças com as modas e novidades do mundo,agradando aos homens e não mais a DEUS.
Cada vez que leio essas passagens da Sagrada Escritura, mais me convenço totalmente, que realmente são profecias anunciadas do comportamento apóstata de muitos eclesiásticos neste Fim dos Tempos.
"Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos". (I São João 2, 19)
Muitos sacerdotes estão amando as coisas do mundo. (estão comprometidos com o mundo)
"Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai.
Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo.
O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente". (I São João 2, 15-17)
Em uma entrevista de 1991, o Padre Malachi Martin, conselheiro do cardeal Augustin Bea e do Papa Paulo VI. afirmou: “Dentro da Igreja, há um corpo substancial de bispos e cardeais que são completamente contrários a duas coisas. Eles são contrários à Missa Romana da maneira que a conhecemos antes do Vaticano II e eles são contrários a qualquer coisa relacionada à Nossa Senhora. Eles não querem quaisquer notícias sobre Fátima. Eles não querem quaisquer notícias sobre Akita. Eles não querem nem mesmo quaisquer notícias sobre Lourdes. Este é um sinal da atividade de Satanás. A coisa mais patética e assustadora para mim é me deparar com paróquias inteiras que nunca ouvem que a Missa é o sacrifício do Calvário. Sob a liderança do pároco e sob as ordens do bispo, os catecismos paroquiais, livros religiosos e sermões refletem todos um abandono da Fé. As crianças não conhecem o seu catecismo. Elas não conhecem as doutrinas básicas da Igreja. Elas não são mais católicas, mas elas não sabem disso. Essa é a devastação da Igreja de Cristo. Se você me perguntar qual é realmente a causa fundamental da derrocada da Igreja, minha resposta é que esta é a interrupção e destruição da Missa.”
Em uma entrevista de 1991, o Pe. Malachi Martin afirmou ainda: “Hoje em dia, muitos bispos e padres são apóstatas. Eles não são mais católicos. Católico significa alguém que sabe que a Missa é o sacrifício do Calvário, tem devoção à Nossa Senhora, reza e cumpre as leis da Igreja. Hoje em dia, não temos esse tipo de clero católico em muitos lugares. Há centenas de bispos que estão fora da Igreja em sua doutrina e ensinamento.
Nossa Senhora nos anos 60 já havia alertado...
No início dos anos 60, durante a época do Concílio Vaticano II, nossa Mãe Santíssima apareceu em Garabandal, uma pequena aldeia nas montanhas a nordeste da Espanha. Ela apareceu a quatro moças: María Loli, Conchita, Jacinta, e María Cruz. Apesar das aparições não serem formalmente aprovadas pela Igreja, o Santo Padre Pio as apoiou 100%, e o bispo local confirmou que não havia nada na mensagem que fosse contrária à Fé Católica. Nossa Senhora de Garabandal disse: “muitos cardeais, bispos e sacerdotes estão na estrada para o inferno e arrastam muito mais almas junto consigo.”
Não é sem razão que São João Crisóstomo, Doutor da Igreja, declarou: “Os corredores do inferno estão pavimentados com crânios de bispos.”
No 56º aniversário do “Milagre do Sol,” em 13 de outubro de 1973, no Japão, Nossa Senhora de Akita disse à Ir. Agnes Sasagawa: “O trabalho do demônio se infiltrará na Igreja de tal maneira que se verá cardeais se opondo a cardeais, bispos contra bispos. Os padres que me venerarem serão escarnecidos e sofrerão a oposição de seus confrades…  igrejas e altares serão saqueados; a Igreja estará repleta daqueles que aceitam concessões e o demônio pressionará muitos padres e almas consagradas a deixarem o serviço do Senhor.”
No sexagésimo aniversário do “Milagre do Sol,” em 13 de outubro de 1977, o Papa Paulo VI exclamou: “A cauda do demônio está funcionando na desintegração do mundo católico. A escuridão de Satanás entrou e se espalhou por toda a Igreja Católica até mesmo ao cume. A apostasia, a perda da fé, está se espalhando por todo o mundo e nos mais elevados níveis dentro da Igreja.”
No nono aniversário de sua coroação como Papa, na Festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, em 29 de junho de 1972, o Papa Paulo VI pregava:  “Acreditamos que após o Concílio  viria um dia de sol brilhante para a história da Igreja. Porém, invés disso veio nuvens de tempestades e de escuridão… e como foi que isso aconteceu? Há um poder, um poder adversário. Chamemo-nos pelo nome: o demônio. Parece que por alguma rachadura misteriosa a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus.”
NOVAMENTE VOU CITAR TAMBÉM A SEGUINTE DECLARAÇÃO:
Disse São Gregório Magno: "A Igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á – senão desaparecerá de todo – o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está se preparando um exército de sacerdotes apóstatas".
A Profecia do Arcebispo Fulton J. Sheen.
(Atualmente está em curso o processo para sua canonização)
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Sua Santidade Papa Pio XII e o Arcebispo Fulton J. Sheen.
"Ele (Satanás) criará uma contra-igreja que será o macaco da Igreja, porque ele, o Diabo, é o macaco de DeusEla terá todas as notas e as características da Igreja, mas no sentido inverso e esvaziada de seu divino conteúdoSerá um corpo místico do anticristo que vai em todas as aparências assemelhando-se ao corpo místico de Cristo. .Em seguida, será verificado um paradoxo - as muitas acusações com que os homens no século passado, rejeitaram na Igreja, serão as razões pelas quaispassarão a aceitar a contra-igreja." (...) Fonte: Arcebispo Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West, (Bobbs-Merrill, 1948), pp. 24 – 25.]
No Santo Evangelho Segundo São Mateus, Capítulo 10, o Rei Jesus diz a seus doze discípulos: “Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa.”
E OS INIMIGOS DE DEUS SERÃO IGUALMENTE E INFELIZMENTE...
MUITOS SERVIDORES DE SUA PRÓPRIA SAGRADA CASA , A SANTA IGREJA CATÓLICA.
Fica a pergunta: (para muitos Bispos)
Ensino da verdadeira e sã doutrina católica não pode??
Mas dançar (quase) nu dentro da Casa de DEUS, diante do Sagrado Altar pode??

Dilson Kutscher - www.rainhamaria.com.br

O Concílio Vaticano II: O gênio maligno do modernismo fora, enfim, solto da garrafa

 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
O artigo é um pouco longo, mas garanto que valerá a pena ler.
O Modernismo...essa Fumaça de Satanás que penetrou por alguma "fenda" na Igreja.
Assim diz a Sagrada Escritura para muitos duros e orgulhosos corações...
“Não te justifiques perante Deus, pois Ele conhece o fundo dos corações; não pretendas parecer sábio diante do Rei. Não procures tornar-te juiz, se não fores bastante forte para destruir a iniqüidade, para que não aconteça que temas perante um homem poderoso, e te exponhas a pecar contra a eqüidade.” (Eclesiástico. 7, 5-6)

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Diz  no Juramento de Coroação Papal.
"Eu faço votos de não diminuir ou mudar nada daquilo que encontrei conservado pelos meus probatíssimos antecessores e de não permitir nenhuma inovação".
Por quase 2000 anos, a Igreja Católica Romana foi reconhecida pelos seus fiéis como a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Uma Igreja mundial, unida não apenas por um rito comum de Missa, celebrada em uma língua comum, mas por crenças compartilhadas, tradições honradas e pela proclamação de dogmas infalíveis.
Hoje, essa Igreja é uma casa dividida contra si mesma. Dividida entre tradicionalistas e modernistas, entre a santidade do antigo e o liberalismo do novo.
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Outrora, as imponentes torres de igrejas católicas ao redor do mundo elevavam-se ao Céu como braços erguidos, provavelmente proclamando a majestade de Cristo-Rei. E pinturas e esculturas santas e atemporais permaneciam em tributo silencioso ao mesmo Cristo e à sua gloriosa Mãe, enquanto cantos solenes, hinos e orações contritas ecoavam em tributo ao triunfo de Deus.
Mas no século XX houve uma ruptura total. O papa João XXIII, um conhecido modernista, expressou seu desejo de deixar entrar na Igreja um pouco de “ar fresco”. Então, em 1962, ele simbolicamente abriu as janelas convocando o Concílio Vaticano II. Como que em um repeteco, satanicamente inspirado, da Revolução Protestante, o Concílio não perdeu tempo em flertar com muitos dos mesmos erros cometidos por hereges como Lutero, Cranmer, Zwinglio, Calvino e outros, cuja influência percorreu a Europa e além. Entre os modernistas conciliares, havia também quem em outrora já havia atacado doutrinas fundamentais da Igreja, colocando em dúvida a divindade de Cristo e a virgindade perpétua de sua bendita Mãe, e desafiando a veracidade do pecado original, do Inferno e da transubstanciação. E a influência deles se manifestou nas proclamações do Vaticano II que facilitaram o caminho para eventuais alterações nos ritos sacramentais. Demandas por uma reforma na Igreja ressoavam pela Praça de São Pedro, ecoando as mesmas reivindicações feitas por Lutero há 400 anos. E mesmo antes da sessão final do Concílio, mudanças começavam a se infiltrar na Missa.
O Vaticano II se encerrou em dezembro de 1965. Então, as forças liberais, contra as quais havíamos sido alertados por papas anteriores, liberaram toda sua fúria. O gênio do modernismo fora, enfim, solto da garrafa.
E o espírito do Concílio levaria ao nascimento da novus ordo, a nova ordem da Missa, e consequentemente ao surgimento de uma nova Igreja. Até Paulo VI, que liderou a maior parte do Vaticano II, reconhecia mais tarde que nuvens, tempestades e trevas haviam resultado do Concílio, e que a “fumaça de Satanás” havia entrado na Igreja. Mas nem mesmo ele poderia prever a destruição e a dessacralização que estavam por vir.
Um resultado óbvio da revolução provocada pelo Vaticano II é a mudança na arquitetura das igrejas. Nos últimos 30 anos, muitas imponentes construções antigas foram modificadas ou destruídas. E, seguindo as diretrizes do Vaticano II, majestosas igrejas, algumas das quais são também obras de arte, não deveriam mais ser construídas por serem uma afronta aos pobres. Então, com raras exceções, a construção de novas igrejas grandiosas dedicadas à glória de Deus é desencorajada. E as admoestações de Judas a Maria Madalena, de que dinheiro não fosse gasto no serviço do Senhor, são repetidas pelo senso politicamente correto que inspira o design de muitas igrejas católicas modernas. A maioria das novas construções, além de ser esteticamente medíocre, ocasionalmente provoca comparações com templos pagãos. E outras nem são mais chamadas de igreja, mas de “comunidade”.
Tendo os exteriores das igrejas se tornado, supostamente, menos ofensivos aos pobres, seus interiores se parecem, cada vez mais, com auditórios, teatros ou até mesmo capelas da Nova Era, em vez de locais apropriados para o culto católico. Ao mesmo tempo, interiores sagrados de igrejas antigas foram transformados em meras carcaças de sua antiga graça e solenidade. Objetos sagrados e tradicionais, que por gerações identificaram a Missa católica, foram condenados. No que pode ser comparado com a destruição provocada pelo Reino do Terror da Revolução Francesa, nos anos que se seguiram ao Vaticano II, viu-se uma verdadeira pilhagem das igrejas. Michael Matt, editor do The Remnant, descreve suas próprias memórias de uma experiência parecida ocorrida na sua infância: “O altar principal da igreja foi arrancado com uma serra elétrica, ou qualquer outro tipo de serra que corte mármore, e a partir desse dia, se você vier visitar o The Remnant, eu posso lhe levar a um estacionamento nos fundos da igreja onde fui batizado, e lhe mostrar pedaços do altar sendo usados como meio-fio do estacionamento”.
Numa imitação de uma prática herética iniciada no século XVI, altares de mármore foram substituídos por mesas, até mesmo naquela que era, outrora, a mais católica das igrejas católicas. Atualmente, essas mesas são feitas de qualquer coisa, de madeira e até mesmo plástico. E sem serem ao menos de pedra, falta aos altares modernos até mesmo a santidade que podia ser encontrada em altares improvisados nas frontes de batalha da Segunda Guerra Mundial. Contudo, essas tábuas de açougueiro parecem perfeitamente adequadas ao que na nova Igreja se tornou uma refeição comunitária, ao invés do Sacrifício incruento de Jesus Cristo. Talvez Lutero tenha, no fim das contas, triunfado na Igreja moderna.
E até mesmo Nosso Senhor tem sido renegado a uma posição de obscuridade. Não só suas imagens foram retiradas das cruzes em várias igrejas, isso quando ainda há alguma cruz, mas também tabernáculos contendo o Santíssimo Sacramento e luminárias foram removidos do lugar de honra no centro do altar e colocados em insignificantes alcovas, ou confinados nos mais estranhos locais. Tudo isso a despeito do decreto de 1957 da Sagrada Congregação dos Ritos, categoricamente proibindo que tabernáculos sejam colocados fora do altar. No Evangelho de São João, capítulo 20, versículo 2, Maria Madalena lamentou: “Tiraram do túmulo o Senhor, e não sabemos onde o colocaram”. Infelizmente, as palavras dela também se aplicam aos nossos dias.
Além disso, imagens de Nossa Senhora, outrora parte essencial de qualquer igreja católica no mundo, se juntaram, em muitos casos, às imagens de Santos e Anjos que agora são tão inegavelmente ausentes. Na verdade, uma escultura ou imagem que ainda pode ser encontrada é quase sempre grotesca ou blasfema, como uma representação feminista da Última Ceia, um ostensório feito de uma garrafa de vinho, ou uma representação modernista da Virgem Maria, que é mais propícia a inspirar pensamentos diabólicos do que pensamentos santos. Crucifixos se tornaram imagens abstratas ou foram substituídos por imagens de Cristo Ressuscitado. E até mesmo as cruzes nuas, ao gosto protestante, foram, em muitos casos, substituídas por meros sinais de adição.
A lista dos paramentos tradicionais que caíram no esquecimento, vítimas do modernismo, é tão longa quanto triste. Nas novas igrejas, não são mais colocadas mesas de comunhão nos altares e nem genuflexórios, e em muitas igrejas antigas eles foram removidos. Os altares laterais desapareceram, e os vitrais coloridos, que outrora exibiam a história da Igreja e a vida dos Santos, foram substituídos por inúteis mosaicos que não significam nada, a não ser para o “espírito do Concílio”. Outrora, as igrejas católicas eram solenes locais de culto, onde dignidade e silêncio eram mantidos em reverência à presença real de Cristo. Hoje, elas são mais locais de reunião social, cheias de barulhos irreverentes e alvoroços como se fosse um cinema ou uma arena esportiva. E, em muitos casos, orações e contemplações reverentes foram substituídas por danças modernas, assim como a modéstia em se vestir desapareceu, vítima dos excessos dos anos 60. Os véus femininos e as roupas conservadoras masculinas deram lugar a trajes que são mais adequados para churrascos de quintal, quando não, nem mesmo para isso.
Esses sinais exteriores de desrespeito não estão limitados ao laicato. Na Igreja pós-conciliar, o clero passou a se vestir como os leigos, e a agir na Missa como se fossem apresentadores de programas de auditório. Não apenas as ideias de Paraíso, Inferno e Purgatório têm sido debatidas, mas até o conceito de Limbo tem sido reinterpretado.Em muitas paróquias, as atribuições do padre se tornaram menos as de um líder espiritual e mais as de um assistente social ou de um ativista, que parece mais preocupado com o “politicamente correto” do que com a salvação das almas. As freiras também abandonaram os seus hábitos tradicionais. John Vennari, editor da Catholic Family News, viu estas mudanças em um assento privilegiado em sua escola católica: “Quando eu estava na primeira série, tudo o que eu via da freira eram suas mãos e seu rosto; quando cheguei à oitava série, já sabia que uma tinha cabelos ruivos e outra tinha varizes nas pernas”. Até mesmo alguns cardeais adotaram vestimentas que representam condições políticas ou sociais em vez de designações de suas santas posições, enquanto outras ideias pagãs inspiravam novos vestuários na Igreja, sempre em nome da diversidade e da inculturação.
O papa Paulo VI abriu um precedente para essas mudanças quando, em 1964, cedeu o seu anel papal e o seu crucifixo ao budista U Thant, então Secretário-geral da ONU. E, dirigindo-se às Nações Unidas, o papa pediu que os povos do mundo inteiro se voltassem para a ONU como a última esperança de concórdia e paz. Uma declaração curiosa para o Vigário de Cristo.
O novo crucifixo adotado por Paulo VI, e por seus sucessores, se caracterizava por uma cruz vergada e um Cristo esbelto e de pernas separadas, uma imagem atribuída a satanistas do século V. E a Tiara Papal, com suas três camadas representando a Santíssima Trindade [e também os três poderes temporais do papa], foi abandonada. Paulo VI nunca a usou novamente depois de sua investidura, optando por uma mitra episcopal em seu lugar. E, em 1975, proclamou que nenhum futuro papa estava obrigado a usá-la.
Mas a vestimenta eclesial, ou a falta dela, não é a única coisa que escandaliza na nova Igreja. Durante séculos, os belos e solenes cantos gregorianos foram considerados a música oficial da Igreja. E, com o passar do tempo, algumas das mais extraordinárias músicas já compostas pelos grandes mestres foram sendo escritas para acompanharem as celebrações da Missa. E a influência dessas músicas foi muito além de suas origens religiosas. O Dr. David Allen White, professor de inglês na Academia Naval dos EUA e um estudioso de música clássica, disse: “Bem, a Missa nos deu a música ocidental. A mais antiga música ocidental já escrita é o canto gregoriano, e caso você faça um curso de história da música, você vai começar pelo canto gregoriano e continuar através da música sacra e só estudará música pagã mais tarde. Mas quando vier a estudar, você ainda verá Mozart e Haydn compondo missas. Beethoven, que era rabugento e excêntrico, e provavelmente tinha uma boa razão para sê-lo, devido à sua surdez; que lutou duramente durante toda a sua vida contra Deus, compôs, no entanto, a grande Missa Solemnis, e recebeu um padre em seu leito de morte. Quero dizer... essa é a música tradicional”. Essas clássicas obras-primas são bons exemplos das criações mais nobres e elevadas do homem. Um legado cultural e religioso. E qual é a herança da música pós-conciliar?
Mas existem mudanças na Igreja moderna que vão além dos novos sons. Mudanças que são menos evidentes, mas muito mais importantes, e sem dúvida, influenciadas pela presença de um grande contingente de observadores não católicos no Concílio. As reformas ordenadas pelo Concílio, através de sua Constituição sobre a Liturgia, levaram a uma revisão devastadora dos sete Sacramentos. Durante o reinado de Paulo VI, eles sofreram grandes mudanças.
Batismo – Um primeiro exemplo é o Sacramento do Batismo. O novo rito tem semelhanças notáveis com o rito criado por Lutero em 1526. O rito católico tradicional incorporava algumas coisas como um exorcismo através do sopro no candidato, a recitação das orações necessárias, a entrega do sal e as unções feitas antes e depois do batismo. Todos esses elementos foram eliminados por Lutero e foram eliminados na Igreja moderna. Agora, a cerimônia batismal parece ser nada mais que uma iniciação na comunidade cristã, ao invés da redenção do pecado original.
Penitência – O rito do Sacramento da Penitência também sofreu mudanças incríveis. Em 1977, um novo rito de reconciliação foi decretado para a Igreja, e o termo “confissão” entrou para o reino das excentricidades históricas. Mas a Confissão é uma das coisas que separam os católicos dos protestantes e de outras religiões e seitas. É uma obrigação solene, na qual os penitentes confessam seus pecados, declaram uma contrição sincera, prometem emendar suas vidas, pedem perdão e recebem a absolvição de um padre. Em muitas igrejas modernas, os confessionários foram removidos ou se tornaram “salas de reconciliação”, onde padre e penitente travam uma simples conversa. Isso também reflete a visão de Martinho Lutero, de que a penitência é um simples reconhecimento de erros passados, um retorno à paz de espírito, sem verdadeira contrição por haver ofendido a Deus. E as tradicionais confissões auriculares deram lugar, em muitos casos, a ritos de “confissão comunitária”, que são frequentemente celebrados ilegalmente, em clara violação da lei canônica e contra a vontade de Deus, enquanto a maior parte dos confessionários tradicionais que ainda restam permanece vazia.
Confirmação – Com relação ao rito do Sacramento da Confirmação, uma declaração do papa Paulo VI sintetiza bem as mudanças do Vaticano II. Ele disse que apenas a bênção inicial sobre os crismandos havia sido conservada. Isso aconteceu a despeito do fato de que a maioria dos teólogos sustenta que a matéria essencial, as ações necessárias para o Sacramento da Confirmação consistem na imposição das mãos e na unção com o Santo Crisma. Além disso, a antiga forma deste Sacramento, especificada pelo dogmático Concílio de Trento, expressava que o bispo havia imposto o Sacramento: “Eu te marco com o sinal da Cruz e te confirmo com o Crisma da salvação”. Mas as novas palavras – “Recebe por este sinal o dom do Espírito Santo” – lembram nada mais que uma simples benção. Houve, inclusive, uma Confirmação que foi conferida em um grande estádio de baseball, enquanto a “Congregação dos Torcedores” entoava o hino “Take me out to the ball game”, uma deturpação do Sacramento que chama os que o vão receber a se tornarem soldados de Cristo, como a gloriosa Santa Joana D'Arc.
Matrimônio – No entanto, o rito do Sacramento do Matrimônio mudou pouco depois do Concílio Vaticano II, exceto pelo aumento no número dos casamentos mistos, onde um padre, com a ajuda ou não de um celebrante não católico, realiza a cerimônia para os fiéis e também para os hereges. Cristo elevou o Matrimônio de um simples contrato à dignidade de um Sacramento, revogando uma lei do Antigo Testamento e tornando o Matrimônio indissolúvel. O Rei Henrique VIII e suas seis esposas não gostaram da ideia. Mas os problemas com casamentos católicos hoje, provavelmente estão mais relacionados à facilidade com a qual os votos sagrados são abandonados com as bênçãos da Igreja. Em Lucas 16, 18, Cristo nos diz que quem rejeitar sua esposa e casar com outra comete adultério. Antes do Vaticano II, a Igreja considerava o divórcio seguido de um novo “casamento” como um pecado mortal, inclusive adicionando a ele a pena de excomunhão. Essa regra, porém, foi rescindida pelos bispos católicos americanos em 1977, em um pedido de desculpas aos divorciados recasados: “Por aqueles que não foram permitidos de receber os Sacramentos da Igreja, incluindo os divorciados recasados, e àqueles que não se sentiram acolhidos, pedimos perdão” (um bispo americano). E as declarações de nulidade se tornaram a válvula de escape dos novos matrimônios. De 1952 a 1956 houve “apenas” 392 declarações de nulidade em todo o mundo. Mas em 1968, houve 450 anulações somente nos EUA. E, em 1997, o número anual mundial explodiu para mais de 73.000. Um exemplo incomum até para modernistas envolve um pai de três filhos que se divorciou depois de 24 anos de casamento. Ele conseguiu uma declaração de nulidade e subsequentemente se tornou padre.
Ordem – Mas mesmo tamanho incidente parece pequeno diante das mudanças ocorridas no rito do Sacramento da Ordem. O Vaticano II decretou oficialmente que tanto a cerimônia como os textos do rito de Ordenação deveriam ser revisados. E revisados eles foram, apesar da declaração do papa Pio XII na constituição apostólica Sacramentum Ordinis, de que a ninguém é permitido transgredir este rito. Antes havia oito passos envolvendo a ordenação presbiteral (a saber, tonsura, ostiário, leitor, exorcista, acólito, subdiácono, diácono, sacerdote), mas as orientações aprovadas por Paulo VI em 1968 reduziram este número para apenas dois, apesar de mudanças como estas haverem sido proibidas pelo Concílio de Trento. No rito de Ordenação tradicional, os bispos instruíam os candidatos de que o ofício do padre é oferecer sacrifício, abençoar, guiar, pregar e batizar. Hoje, no entanto, os ordinandos são consagrados simplesmente para celebrar a liturgia. Porém, o mais relevante foi a remoção de certas orações essenciais. Aos padres não se é mais especificamente outorgado o poder de transformar pão e vinho no Corpo e Sangue de Cristo, nem são mais explicitamente ordenados para perdoar pecados. Essas omissões se aproximam muito da remoção de numerosas orações do rito de Ordenação feita pelos reformadores protestantes no século XVI, que, como no novo rito da Missa, reduziu o sacerdote a um mero presidente de assembleia: “Eu sou o presidente, e vocês a assembleia” (um sacerdote americano). Desse modo, os fantasmas de Lutero e Cranmer podem ser vistos vagando na densa neblina criada pelo Vaticano II. E, por causa destas mudanças questionáveis, muitos teólogos têm levantado sérias dúvidas sobre a validade do novo rito do Sacramento da Ordem e sobre o clero consagrado com ele.
Extrema Unção – Uma outra deplorável mudança nos ritos sacramentais diz respeito à Extrema Unção, que assim é chamada porque na maioria dos casos é o último sacramento recebido pelos fiéis, literalmente a última chance de receber graças especiais antes de enfrentar o juízo divino. Ela é ministrada por um padre, cuja intenção deve ser a preocupação com a salvação da alma. O rito que a substituiu tornou-se obrigatório em 1972 e é chamado de “Unção dos Enfermos”. Ao contrário da Extrema Unção, o novo rito se preocupa mais em confortar e curar o corpo do que em salvar a almaAs palavras: “Que o Senhor possa perdoar qualquer pecado que tu tenhas cometido” foram mudadas para: “Que o Senhor em seu amor e piedade possa lhe ajudar com a graça do Espírito Santo”. O tão importante pedido de misericórdia a Deus foi retirado. Além disso, o novo rito é encorajado como uma celebração comunitária, em vez de uma interação pessoal entre padre e receptor. E não raramente tem se tornado uma simples bênção para grupos de idosos e enfermos. E agora, “aulas de como morrer” ensinam o quão fácil é chegar ao Céu.
Eucaristia – Mas existe ainda um exemplo mais importante, mais trágico e mais doloroso daquilo que perdemos na divisão entre tradicionalistas e modernistas, e diz respeito ao coração e alma de nossa fé no Sacramento da santa Eucaristia: o santo sacrifício da Missa. A Missa latina tradicional foi cuidadosamente preservada através dos séculos, da mesma forma como os apóstolos a receberam de Nosso Senhor.Para conservar esse rito, o papa São Pio V codificou e infalivelmente canonizou a Missa latina para todo o sempre na Quo Primum Tempore. Esta infalível bula papal de 1570 termina com um aviso: “Se alguém tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação do Deus Todo-poderoso e de seus bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo”. O texto completo dessa proclamação passou a constar em todos os missais a partir de então, e foi ratificado por uma sucessão de 35 papas até João XXIII. Porém, o papa Paulo VI, desprezando o aviso de São Pio V, montou uma comissão para instituir as reformas mandadas pelo Vaticano II, muitas das quais refletiram a poderosa influência dos observadores não católicos que participaram do Concílio. Então, em 1969, Paulo VI impôs ao mundo católico um novo rito da Missa. Jean Guitton, um amigo próximo e confidente de Paulo VI, disse em uma entrevista a uma rádio que a intenção de Paulo VI era reformar a liturgia católica de tal modo que ela deveria quase coincidir com a liturgia protestante. O curioso é que Paulo VI fez aquilo para chegar o mais próximo possível da ceia protestante. Havia em Paulo VI uma intenção ecumênica de remover, ou ao menos de “corrigir”, ou mesmo de “relaxar” o que era católico em demasia na Missa, no sentido tradicional. A intenção era deixar a missa católica mais próxima da calvinista. A nova ordem da Missa se caracterizou por suas óbvias concessões ao ecumenismo, algo bastante previsível pelo fato de haver sido criada pelo arcebispo Annibale Bugnini, um conhecido maçom, com a ajuda de seis pastores protestantes. A princípio, o novo rito da Missa não parecia tão diferente, a não ser pela gradual eliminação do latim. Então surgiram os missais em vernáculo, apertos de mãos em sinal de paz, uma frase protestante adicionada à oração do Senhor... Mas essas mudanças foram relutantes, assim como traiçoeiras, e agora despertamos para descobrir que perdemos muitos dos pontos essenciais da doutrina católica, como o reconhecimento da presença real de Nosso Senhor no altar. Agora existe até mesmo uma discussão sobre a matéria adequada para a Eucaristia, os ingredientes apropriados, se assim preferir. A Igreja sempre ensinou que o pão deveria ser ázimo e feito de farinha de trigo e água natural, e que o vinho deveria ser produto de uvas maduras. Quando esses elementos são consagrados, eles se tornam o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, a perfeita vítima sacrifical, o sacrifício perfeito oferecido a Deus para a nossa salvação. E o que constitui um sacrifício aceitável foi estabelecido no Antigo Testamento. Gerry Matatics, um líder apologista e presidente da Biblical Foundations International, explica: “Nas Escrituras, Deus sempre pedia que lhe fosse oferecido o melhor. No Antigo Testamento, eram chamados a oferecer a Deus um cordeiro sem defeitos. E eles não podiam oferecer um cordeiro cego, manco, aleijado, pequeno. Era preciso dar o melhor, o mais forte, o melhor cordeiro. Como diz o Gênesis, Abel ofereceu a Deus os primogênitos do seu rebanho, os seus melhores animais para tentar chegar o mais próximo possível de um sacrifício perfeito. E isso agradava a Deus e foi aceito. Mas Cain ofereceu frutos da terra, e Deus não gostava de tais presentes”. Presentes que na nova Igreja são chamados de “fruto da vinha” ou “fruto do trabalho do homem”, um sacrifício realmente inferior, assim como era o de Cain. Como resultado, se oferecemos a nova Missa, o senso comum nos diz que estamos oferecendo a Deus algo menos nobre, menos maturo, menos sublime, menos elevado, menos exultante, menos glorificante, menos majestoso, menos transcendente do que se oferecêssemos a Ele a antiga Missa. E quão inferiores são estes assim chamados “sacrifícios” da Igreja da novus ordo, nos quais biscoitos ou outras guloseimas quaisquer são substitutos para o pão ázimo e onde suco de frutas e refrigerante tomam o lugar do vinho; e onde o Sangue consagrado de Nosso Senhor é posto de lado, como copos sujos no fim de uma festa! E ainda mais danosas são as revisões na forma da Santa Eucaristia, as palavras que o próprio Cristo usou na Consagração. Elas sofreram mudanças tão drásticas na nova oração eucarística que a transubstanciação, a mudança do pão e vinho no Corpo e Sangue de Cristo, tornou-se questionável. A afirmação de Cristo de que Seu Sangue “será derramado por vós e por muitos” foi modificada para: “por vós e por todos”. A diferença entre os vocábulos “todos” e “muitos” é óbvia, e essas mudanças introduziram o conceito da salvação de todos, que claramente não era a intenção do Senhor. Curiosamente, os outros ritos católicos aprovados e até mesmo a Igreja Episcopal mantêm a palavra “muitos” em suas orações eucarísticas. Apenas na Igreja de Martinho Lutero, assim como na nova Igreja católica, houve a mudança de “muitos” para “todos”. Isso sem falar das palavras “o mistério da fé”, reconhecendo o mistério da transubstanciação, que foram retiradas da Consagração do vinho. De acordo com a sagrada tradição, essas foram as palavras de Cristo, confirmadas por papas através dos séculos e preservadas no tempo em Quo Primum Tempore. Mas na missa de Paulo VI, essas palavras se referem às declarações protestantes de que Cristo morreu, Cristo ressuscitou e Cristo virá novamente. Trata-se mais de uma declaração do óbvio do que de um artigo de fé, e certamente não se trata de nenhum mistério.
Desaparecidas também estão as orações ao pé do altar, grande parte do ofertório, e as orações leoninas, no total de 35, juntas com numerosas referências, símbolos e gestos que a acompanhavam. Desaparecido também está o último Evangelho, e em seu lugar não é de se surpreender o anúncio de que o show está encerrado. Falta também na nova Igreja a noção de que apenas as mãos consagradas de um padre devem entrar em contato com o Corpo Sagrado de Nosso Senhor. Ninguém menos que São Tomás de Aquino, o Doutor Angélico da Igreja, declarou que em reverência a este sacramento, apenas mãos consagradas deveriam tocá-lo.
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Além disso, o Concílio de Trento enfatiza que até mesmo um sacerdote, para tocar no Corpo consagrado de Cristo, não deve tocar em nada depois que suas mãos são devidamente lavadas, nem mesmo no Cálice. Ficou claro, então, que pontos essenciais da doutrina que dizem respeito à Missa, como a presença real, a veracidade do Santo Sacrifício e os poderes do sacerdote, tornaram-se pontos de questionamento. Pontos da doutrina que com a precisão da antiga Missa são afirmados, sem a menor sombra de dúvida.
Quanto às aparências externas da Missa houve mudanças terríveis, como a participação de mulheres, apesar de inicialmente proibida. E a substituição do altar por uma mesa, a remoção dos crucifixos, o padre voltado para as pessoas, a Eucaristia oferecida em ambas as espécies, comunhão na mão, ministros eucarísticos – todas essas abominações são permitidas na nova Igreja, não obstante um julgamento superior em oposição. Novamente as palavras de São Tomás: “Assim como a Consagração do Corpo de Cristo pertence ao padre, assim também a distribuição pertence a ele”. Esses sacrilégios são manifestações da triste perda de respeito pela real presença de Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento por parte da nova Igreja. Em muitos casos, a hóstia é tratada como um mero lanche a ser passado pelo sacerdote aos punhados. Talvez isso seja o reflexo das estatísticas de que mais de 70% dos padres modernos não acreditam na transubstanciação. Será que não terão eles percebido que as atuais igrejas da novus ordo são quase indistinguíveis, se tanto, das protestantes? Resta ainda alguma dúvida de que a Igreja católica moderna foi protestanizada, envenenada pelos erros do protestantismo e do modernismo que a atacam por dentro? E não para por aí: bênção, o rosário, novenas e outras devoções sumiram.
E seguindo o decreto do Vaticano II sobre o ecumenismo, serviços inter-religiosos com participação de não católicos são comuns. Não para obter conversões para o catolicismo, mas para colocar todas as religiões no mesmo nível. Algo sempre condenado pela Igreja tradicional, atualmente é comum. Isso se desenrolou até o ponto em que religiões pagãs são honradas e endossadas. Mas não existem graus de verdade, podendo existir apenas uma Igreja verdadeira, a Igreja fundada por Jesus Cristo. Negar isso é colocar todas as religiões como iguais, é negar a própria essência da fé católica. E isso não é para diminuir aqueles que seguem religiões feitas pelo homem, centradas no homem, as religiões de Lutero, Calvino, Wesley, Henrique VIII e outros, mas para mostrar a eles o caminho e a verdade, para convidá-los a acolhê-los. É por isso que na época do Concílio Vaticano I, o papa Pio IX enviou uma carta aos ortodoxos e protestantes, convidando-os a “retornar à Igreja católica”. Por quê? Porque ele realmente os amava e queria a salvação de suas almas. Cristo disse: “Eu tenho outras ovelhas que não são deste rebanho, também eu devo trazê-las e elas devem ouvir minha voz, e então deverá existir um só rebanho e um só Pastor”.
Ainda há católicos que perguntarão: “Por que devemos nos preocupar com apenas algumas mudanças? O Vaticano II não foi bom para o crescimento da Igreja?”. Considere estes dados chocantes: de 1965 a 1998, com a imigração, o número de católicos nos EUA aumentou de 45 para 60 milhões; mas durante o mesmo período, o número total de seminaristas caiu de quase 45 mil para cerca de 4 mil e 500, enquanto o número de seminários foi de 600 para 200, e o número de ordenações caiu pela metade. E apesar de o número de paróquias haver aumentado em 2 mil, aquelas sem pároco residente cresceram cerca de 40%. Algumas dioceses até mesmo utilizaram outdoors para promover vocações. O número de freiras também foi reduzido, de aproximadamente 180 mil para apenas metade nos dias atuais. E infelizmente, em um estudo realizado no ano de 1995, vemos que apenas 25% dos católicos frequentam a Missa regularmente. Se houver ainda aqueles que persistam em perguntar: “A Missa continua a ser a Missa? A Igreja católica continua a ser a Igreja?”, tragicamente a resposta é não. É somente revendo tais mudanças em sua íntegra, que a magnitude do que nós perdemos se torna aparente; é uma nova igreja, de fato uma nova religião. De que outra maneira se poderia explicar coisas como missas “hula-hula”, dança no santuário, missas de palhaço? E quanto àqueles católicos que afirmam que em suas paróquias não existem coisas desse gênero, levem isto em consideração: até mesmo as mudanças externas são mínimas; não são coisas como a arquitetura e a música que são o ponto crucial do problema. A preocupação principal deve ser quanto aos sacramentos. Ocorreram mudanças menos perceptíveis, mas que são extremamente perigosas e que levantam sérias e legítimas questões de validade. Não é uma simples questão de nostalgia pelos velhos tempos ou mesmo pela missa em latim que demandam a volta ao catolicismo tradicional. É devido ao fato de que qualquer dúvida quanto à validade de qualquer Sacramento é o suficiente para evitar certas mudanças.
No entanto, para aqueles que hesitam em retornar à antiga Missa porque temem por serem desobedientes, não é preciso olhar nada mais do que a Quo Primum Tempore novamente. São Pio V decretou que o Missal de Rito Romano deveria ser utilizado livre e legalmente, e “pela virtude de nosso ofício apostólico”, ele acrescenta: “nós garantimos e permitimos isso eternamente”. Além disso, em 1995, o cardeal Stickler proclamou que nem mesmo o papa pode proibir a missa que não só foi utilizada por séculos, mas que também foi a missa de milhares e milhares de santos e fiéis.
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E numa comissão formada por nove cardeais, apontados por João Paulo II, unanimemente concordaram: “Nenhum bispo pode proibir um padre católico de rezar a missa tridentina”. Foi ainda confirmado que os nove cardeais determinaram que a missa tradicional em latim nunca fora oficialmente proibida. Além disso, é de vital importância lembrar do aviso do papa São Félix III: “Não se opor a um erro é aprová-lo, e não defender a verdade é suprimi-la. E, de fato, se negar a maldizer homens maus não é pecado menor do que encorajá-los”. Nós, então, não só devemos defender o retorno à Igreja tradicional, como somos obrigados a tanto.
Por havermos agora visto as desastrosas mudanças na nova Igreja, e mais importante, por reconhecermos a perda terrível que a verdadeira Fé católica sofreu com as transformações, felizmente há um caminho para a restauração. Jesus prometeu que sua Igreja duraria para sempre; é importante, então, manter a esperança, aceitar que existe ainda hoje uma vital e fiel sobra da verdadeira Igreja.
Tendo se juntado a batalha, agora cada um deve lutar para aliviar o sofrimento de Nosso Senhor, enquanto Ele é novamente perseguido. Devemos ajudá-Lo a suportar o fardo da nova cruz que foi colocada sobre Seus ombros. A cruz do desrespeito, da indiferença, do sacrilégio. Por nossa fé e religião, devemos ajudá-Lo a se erguer quando tropeçar sob o peso do ímpio e profano. E ajudar a aliviar o sofrimento de sua Santa Mãe, que aumenta, ignorado pelos modernistas, enquanto Ela vê seu Filho e Sua Igreja sofrerem essa nova paixão, assim como somos chamados a ajudar a restaurar o lugar de direito Dela ao lado de seu Filho. E nós devemos ser como novos Cirineus, que por nossa devoção à verdadeira Igreja Católica, ajudamos Cristo com Seu fardo moderno. Ou novas Verônicas, que no disseminar da fé tradicional limpam o sangue e as lágrimas de tristeza de Sua magnífica Face. Como as mulheres de Jerusalém, devemos também levar nossas crianças a Deus como Ele pediu. E não importa quantas vezes nossa amada Igreja tropeçará sob o peso dos ataques liberais, assim como Jesus tropeçou sob o peso da cruz. Devemos ajudá-la a se erguer como faríamos com o próprio Salvador. Mesmo quando ela for despida de sua dignidade, assim como Cristo foi despido de suas vestes, devemos manter nossa luta pela Verdade, com a dor dos pregos e a agonia da cruz substituídos pela desgraça e humilhação daqueles que não mais honram Seu Santo Nome ou não mais respeitam Seu Corpo e Sangue. Devemos trabalhar para restaurar Sua glória, e assim a de Sua Igreja.
Apesar de Cristo ser, mais uma vez, retirado de cruzes em igrejas católicas ao redor do mundo, e Seu Corpo consagrado escondido em obscuros sepulcros, Ele ressuscitará assim como antes, ressuscitado pelo amor e fé daqueles que, pela devoção ao Sagrado Coração e ao Imaculado Coração de Sua Santa Mãe, irão restaurar a única e eterna Igreja verdadeira, confirmando nossa inabalável confiança na perpétua verdade, de que nem Cristo nem a Sua Igreja irão sucumbir.
Fonte: Catolicidade.com   e    www.rainhamaria.com.br
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Fica NOVAMENTE o Alerta e a Profecia da Santa Mãe de DEUS, Imaculada Rainha Maria:
Apariçöes de Nossa Senhora: Japäo- A Advertência de Akita.
Em 1984, logo antes se aposentar a uma idade venerável, o Bispo diocesano de Niigata, Bispo John Shojiro Ito, em consulta com a Congregação para a Doutrina da Fé, escreveu uma carta pastoral na qual ele reconheceu como sendo autêntica, a série extraordinária de eventos que tiveram lugar de 1973 a 1981 em um convento dentro de sua diocese,eram reconhecidas as aparições da Mãe de Deus em Akita, Japão.
A aparição foi considerada autêntica, como foram Lourdes, La Salette, Fátima...
Parte da mensagem recebida pela monja Agnes Katsuko Sasagawa:
NOSSA SENHORA DISSE:
"O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".
Em 1846 Nossa Senhora apareceu, em La Salette, a duas crianças: Maximino e Melânia.
     Posteriormente essa aparição teve aprovação da Igreja.
     É bem famoso aquela parte destas revelações chamada de "O Segredo de La Salette".
No contexto de La Salette há uma mensagem que deixou perplexos os católicos, na qual Nossa Senhora disse:
"Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo".
Essas aparições de Nossa Senhora foram reconhecidas pela Igreja.
Portanto, em algum momento deste Fim dos Tempos, queiram ou não, aqueles que se dizendo católicos, preferem errar ao invés de corrigir a Igreja, o Vaticano vai se tornar asede do anticristo, não sou eu, um mero evangelizador e pecador que o digo, mas a Santa Mãe de DEUS que vos fala.
"Tornei-me, acaso, vosso inimigo, porque vos disse a verdade?" (Gálatas 4, 16)
Disse Santo Atanásio:
"Não devemos perder de vista a Tradição, a Doutrina e a Fé da Igreja Católica, tal como o Senhor ensinou, tal como os Apóstolos pregaram e os Santos Padres transmitiram. De fato, a Tradição constitui o alicerce da Igreja, e todo aquele que dela se afasta deixa de ser Cristão e não merece mais usar este nome. Mesmo que os católicos fiéis à Tradição estejam reduzidos a um punhado, são eles que são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.”

Fim dos Tempos: Igrejas na Áustria e na Alemanha profanadas com pessoas nuas

 Primeiramente a noticia...
Atores pornôs gravam filme dentro de igreja na Áustria.
n/d
A Paróquia de Hörsching, na Áustria, fez uma queixa oficial após dois filmes pornográficos que foram filmados em sua igreja, em junho.
A equipe de filmagem não teve a permissão do pároco para filmar em sua igreja, a Agência de Imprensa austríaca informou.
A Diocese de Linz disse que a polícia ainda está investigando como a equipe e os atores foram capazes de entrar na igreja. Os filmes estrelou uma "conhecida" atriz pornô e foram disponibilizados para download na internet.
A polícia já estariam procurando a estrela dos filmes, que se chama Babsi, tem 24 anos.
Ela nasceu na Polônia, mas se mudou para a Áustria com sua família quando criança.
Ela e a equipe do filme, poderá ser cobrada nos termos do Artigo 189 do Código Penal, que proíbe a criação de "mal", que é susceptível de causar incômodo legítimo em uma igreja ou comunidade religiosa.
Se for considerado culpado eles poderiam ser presos por até seis meses ou multa.
n/d
A paróquia está agora a estudar a forma de restabelecer a dignidade da igreja. "Os sacramentos que foram celebrados nas últimas semanas, na igreja ainda são considerados válidos", disse a diocese em um comunicado.
Fonte: The Local Áustria News.
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Você católico ficou horrorizado com este fato acima??
Eu também havia ficado...
Mas como assim sr. Kutscher...havia ficado?? Não está mais??
Estou mais horrorizado com outro fato grotesco.(depois que um amigo da Alemanha me enviou)
Agora entendo porque estes "sodomitas, impios e hereges" entraram na Igreja para fazer filmes pornográficos.
SIM, pois se os próprios eclesiástcos não respeitam mais a CASA DE DEUS, porque os "homens mundanos" vão respeitar?
Novamente digo: Eu realmente achava que já tinha visto de tudo em relação a apostasia, a fumaça de Satanás que penetrou e se espalhou na Igreja, mas...sempre há mais infelizmente para ver.
A seguinte PROFANAÇÃO que vou ser obrigado a mostrar, foi...
ACREDITEM SE QUISER...AUTORIZADA POR UM BISPO.
Catedral de São Pedro em Osnabrück, Alemanha, em 30 de abril de 2013.
Uma performance "diabólica" teatral ...
DANÇARINOS (QUASE) NUS NUMA CATEDRAL DA ALEMANHA
DIANTE DO SAGRADO ALTAR E DE JESUS SACRAMENTADO.
Dez meses antes de morrer, o Papa Paulo VI denunciou: “... A Fumaça de Satanás entrou na Igreja Católica e se expande cada vez mais até o vértice” (13/10/77
Quem pode ainda duvidar que a Fumaça de Satanás por alguma "fenda" penetrou na Igreja. Que muitos eclesiástico modernistas são de fato os inimigos de Cristo e da Santa Igreja Católica? Durante décadas, eles têm incentivado ou permitido a profanação de lugares Sagrados católicos.
Um exemplo particularmente flagrante vem da Alemanha, há muito um viveiro de modernismo e liberalismo. Em 30 de abril de  2013, a bela  Catedral de São Pedro, em Osnabrück  foi profanada por dançarinos homens e mulheres que estavam quase completamente nus e, certamente, feito para olhar como se fossem inteiramente nus. Eles realizaram um pervertido "dança sagrada" intitulado  Corpo D'Anima  ["Body of the Soul"], bem ali no Santuário, em frente ao  Altar-Mor Tradicional. Eles foram convidados para fazer isso por ninguém menos que o própro "Bispo" da DIocese,  Franz-Josef Hermann Bode. Para adicionar insulto à tal profanação, o acompanhamento musical para este terrível sacrilégio era de Johann Sebastian Bach  Agnus Dei .
ATENÇÃO, ATENÇÃO, ATENÇÃO...
AS IMAGENS QUE VERÃO SEGUIR SÃO FORTES...
SE NÃO QUISER VER NÃO PROSSIGA COM A PÁGINA.
OS DANÇARINOS NÃO ESTÃO COMPLETAMENTE NUS.
MAS IMAGINE DIANTE DE JESUS SACRAMENTADO...
DO SAGRADO ALTAR DE UMA CATEDRAL.. E O BISPO DEU PERMISSÃO PARA ISTO.
n/d
SIM, O BISPO DEU APROVAÇÃO PARA ISTO!!!
ACREDITE SE QUISER!!!
n/d
DEPOIS DE VER UMA PROFANÇÃO DESTAS DENTRO DA CASA DE DEUS...
PERGUNTAREI O SEGUINTE...
O que diria os grandes Santos, Papas e Doutores da Igreja...
Assistindo a tamanha falta de respeito com o Sagrado, com a Casa de Deus??
"O zelo da tua casa me consome". (Sl 68,10). (São João 2, 17)
"Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro". (Ezequiel 22, 26)
n/d
"Dirigi vossos passos a estes lugares definitivamente devastados;
o inimigo tudo destruiu no santuário". (Salmos 73, 3)
n/d
"A vós, ó sacerdotes, dou esta ordem: Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito a glória de meu nome - diz o Senhor dos exércitos, lançarei contra vós a maldição, trocarei em maldições as vossas bênçãos; aliás, já o fiz, porque não tomastes a peito (as minhas ordens)." (Malaquias 2, 1-2)
“É contra ti, ó sacerdote, que Eu vou mover o processo. O meu povo morre por falta de instrução. Porque tu abandonaste a instrução, Eu te rejeitarei de meu sacerdócio.” (Os 4, 4) 
“... e sabereis que Sou Javé, cujos mandamentos não seguistes, cujas leis não praticastes, mas caminhastes conforme os costumes dos povos que vos rodeiam.” (Ez 11, 12)
Essa terrível abominação é apenas mais uma, diante da seqüência interminável de ataques a lugares santos católicos, a doutrina católica, a moral católica e as tradições católicas - e não apenas por pessoas que não são católicas, mas isto é muito, muito pior - por aquelas mesmas pessoas que dizem ser e externamente parecem ser  as autoridades católicas legítimasque afirmam ser os verdadeiros pastores do rebanho, sucessores dos apóstolos, porém, são "lobos em pele de cordeiro".
"Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho". (Atos dos Apóstolos 20, 29)
Como reconhecer os lobos em pele de cordeiro??
O Rei Jesus disse que eles podem ser facilmente reconhecidos pelos seus frutos...
"Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos?
Toda árvore boa dá bons frutos; toda árvore má dá maus frutos.
Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos.
Pelos seus frutos os conhecereis". (São Mateus 7, 16-20)
Quando os católicos vão finalmente perceber que a Igreja Católica está sitiada por modernistas, pelos "lobos em pele de cordeiro" que buscam uma Igreja não mais voltada para o CRIADOR, mas para criatura humana?
"Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!" (Romanos 1, 25)
Portanto, os católicos orgulhosos, céticos, incrédulos e modernistas, isto inclui inclusive muitos eclesiástcos, que fazem pouco caso da Sagrada Escritura e das atuais profecias, terão de engolir o amargor de suas abundantes lágrimas de arrependimento, quando o DEUS Altissimo pedir contas desta apostasia, da falta de zelo com a SUA CASA, a Igreja.
"Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém, dele mais se há de exigir". (São Lucas 12,48)
O Papa Paulo VI falou de autodemolição da Igreja. O que significa esse termo de autodemolição senão que a Igreja se destrói, ela mesma, por ela mesma, por seus próprios membros?
É isso o que já dizia o Papa São Pio X na sua encíclica...
Mais de 100 anos atrás, o Papa Pio X descreveu os modernistas como "o mais pernicioso de todos os adversários da Igreja." Em seguida, ele explicou o motivo: 
Em sua Carta Encíclica, Pascendi Dominici Gregis, de 8 de setembro de 1907, na qual ele condenou a heresia do modernismo, o Papa São Pio X escreveu que os hereges“não estavam apenas dentre os inimigos declarados da Igreja; mas, o que é mais assustador e deplorável é que eles estavam em seu próprio seio.” Ele chama esses modernistas de “os mais perniciosos de todos os adversários da Igreja”. Salienta que eles buscam destruir a Igreja a partir de dentro e escreve que esse perigo “está presente quase nas próprias veias e coração da Igreja.”
Disse Dom Lourenço Fleichman: "Parece claro que Nosso Senhor quis levar a sua Esposa, a Santa Igreja, a sofrer algo semelhante ao que Ele mesmo sofreu em sua Paixão. Como Jesus Cristo, a Igreja está sendo desfigurada há mais de 50 anos. Apresenta-se de tal forma flagelada em todo o seu Corpo, que mais parece uma Esposa das Dores, sem beleza, irreconhecível. Como dissemos, há 50 anos que a Igreja é flagelada, desfigurada, cuspida, pregada a uma dura Cruz, que foi apagando dela toda beleza, ou seja, toda manifestação da sua seiva divina, da sua santidade, do seu sacerdócio, dos seus Sacramentos. Tudo isso foi demolido, vilipendiado, rebaixado e dessacralizado. A Paixão da Igreja nos mostra a Esposa de Cristo nua como Cristo na Cruz. Seus sacramentos já não são integralmente católicos, a pregação dos padres já não converte ninguém, a vida sacerdotal e religiosa está muito longe da santidade, e tudo se resume num amálgama rasteiro e sem vida sobrenatural.
“Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: 'Eis o lobo!', quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado.” São Francisco de Sales, Bispo e Doutor da Igreja, Filotea ou Introdução à Vida Devota, parte III, cap. 28
Dilson Kutscher - www.rainhamaria.com.br

Sinais da Volta do Rei Jesus se Cumprindo

Diz na Sagrada Escritura:
"Quando ouvirdes falar de guerras e de rumores de guerra, não temais; porque é necessário que estas coisas aconteçam, mas não será ainda o fim.
Levantar-se-ão nação contra nação e reino contra reino; e haverá terremotos em diversos lugares, e fome. Isto será o princípio das dores.
Cuidai de vós mesmos; sereis arrastados diante dos tribunais e açoitados nas sinagogas, e comparecereis diante dos governadores e reis por minha causa, para dar testemunho de mim diante deles.
Mas primeiro é necessário que o Evangelho seja pregado a todas as nações.
Quando vos levarem para vos entregar, não premediteis no que haveis de dizer, mas dizei o que vos for inspirado naquela hora; porque não sois vós que falais, mas sim o Espírito Santo.
O irmão entregará à morte o irmão, e o pai, o filho; e os filhos insurgir-se-ão contra os pais e dar-lhes-ão a morte. E sereis odiados de todos por causa de meu nome. Mas o que perseverar até o fim será salvo.
Quando virdes a abominação da desolação no lugar onde não deve estar o leitor entenda , então os que estiverem na Judéia fujam para os montes; o que estiver sobre o terraço não desça nem entre em casa para dela levar alguma coisa; e o que se achar no campo não volte a buscar o seu manto.
Ai das mulheres que naqueles dias estiverem grávidas e amamentando!
Rogai para que isto não aconteça no inverno!
Porque naqueles dias haverá tribulações tais, como não as houve desde o princípio do mundo que Deus criou até agora, nem haverá jamais.
Se o Senhor não abreviasse aqueles dias, ninguém se salvaria; mas ele os abreviou em atenção aos eleitos que escolheu.
E se então alguém vos disser: Eis, aqui está o Cristo; ou: Ei-lo acolá, não creiais.
Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão sinais e portentos para seduzir, se possível for, até os escolhidos.
Ficai de sobreaviso. Eis que vos preveni de tudo.
Naqueles dias, depois dessa tribulação, o sol se escurecerá, a lua não dará o seu resplendor; cairão os astros do céu e as forças que estão no céu serão abaladas.
Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.
Ele enviará os anjos, e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, desde a extremidade da terra até a extremidade do céu.
Compreendei por uma comparação tirada da figueira. Quando os seus ramos vão ficando tenros e brotam as folhas, sabeis que está perto o verão.
Assim também quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o Filho do homem está próximo, às portas.
Em verdade vos digo: não passará esta geração sem que tudo isto aconteça.
Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.
A respeito, porém, daquele dia ou daquela hora, ninguém o sabe, nem os anjos do céu nem mesmo o Filho, mas somente o Pai.
Ficai de sobreaviso, vigiai; porque não sabeis quando será o tempo.
Será como um homem que, partindo em viagem, deixa a sua casa e delega sua autoridade aos seus servos, indicando o trabalho de cada um, e manda ao porteiro que vigie.
Vigiai, pois, visto que não sabeis quando o senhor da casa voltará, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, para que, vindo de repente, não vos encontre dormindo.
O que vos digo, digo a todos: vigiai"!  (São Marcos 13  também São Mateus 24)
SINAIS DA VOLTA DO REI JESUS SE CUMPRINDO.

Sinal dos Tempos: Homens armados atacam brutalmente religiosas em Bangladesh


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“O ataque foi massivo e pelo lapso de uma hora e meia. Os atacantes atacaram as religiosas brutalmente… O convento foi seriamente devastado”, afirmou o Bispo de Dinajpur (Bangladesh), Dom Sebastian Tudu, em relação ao fato lamentável.
O ataque sofrido pelas religiosas ocorreu nas primeiras horas de 7 de Julho na missão Boldi Pukur. Pelo menos 60 homens armados entraram no reitorado, no convento e no hospital, que está localizado a 70 quilômetros ao leste de Dinajpur. “Só quando a polícia chegou, os atacantes deixaram a missão”, disse Dom Tudu.
Isto seria um fato sem precedentes, já que as religiosas são muito respeitadas neste país. Elas agora se encontram em Daka, a capital de Bangladesh, para receber tratamento médico.
“O ataque é obviamente uma tentativa dirigida e planejada de intimidação. As religiosas e sacerdotes estão sendo atacados porque defendem os desfavorecidos e as minorias”, enfatizou o Bispo.
Os cristãos no país são um por cento da população junto com os budistas. Enquanto que 90 por cento da população é muçulmana e oito por cento hindus.
Na diocese de Dinajpur há 45 sacerdotes e mais de 100 religiosas, que agora vivem com medo de que isso se repita.
Um ataque parecido aconteceu em 2011 em uma cidade ao sudeste de Bangladesh, em um lar de cristãos, hindus e budistas. E depois, um seminário com seus seminaristas, assim como as vilas cristãs também foram atacadas.
“O mais recente ataque é claramente uma resposta específica ao compromisso dos católicos com as pessoas mais pobres do país”, expressou Dom Tudu.
Fonte: http://catolicosribeiraopreto.com
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Diz na Sagrada Escritura: (Um retrato escrito e profetizado do tempo que vivemos)
"Então sereis entregues aos tormentos, matar-vos-ão e sereis por minha causa objeto de ódio para todas as nações". (Mt 24,9)
"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?" (Rm 8,35)
"Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: O servo não é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também vos hão de perseguir. Se guardaram a minha palavra, hão de guardar também a vossa. Mas vos farão tudo isso por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou. Se eu não viesse e não lhes tivesse falado, não teriam pecado; mas agora não há desculpa para o seu pecado. Aquele que me odeia, odeia também a meu Pai". (João, 15,18-23)
"Quando o Cordeiro abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as vidas daqueles que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho que dela tinham dado.
Eles gritaram em alta voz: «Senhor santo e verdadeiro, até quando tardarás em fazer justiça, vingando o nosso sangue contra os habitantes da Terra?
Então foi dada a cada um deles uma veste branca. Também lhes foi dito que descansassem ainda algum tempo, até que ficasse completo o número dos seus companheiros e irmãos que iriam ser mortos como eles". (Apocalipse 6, 9 -11)