Santa Missa na Igreja da Obediência a Deus Pai

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Novo Papa quando Cardeal se ajoelhou para receber benção de pastor protestante
15.03.2013 - Em 2006, o jornal argentino La Nacion noticiou sobre um evento ecumênico com a presença de evangélicos pentecostais e católicos carismáticos, em que o então cardeal Bergoglio participou, ajoelhou e recebeu oração e benção de um pastor protestante.
n/d
Cardeal Bergoglio ajoelhado recebendo uma benção do pastor
O texto da notícia diz que “o momento mais emocionante foi a recepção dada ao cardeal Jorge Bergoglio, que liderou uma breve saudação e perguntou, como de costume, se poderiam orar por ele. Os pastores o levaram a sério, e o cardeal se ajoelhou e pediu a todos os presentes que orassem .
O evento, que reuniu sete mil católicos e evangélicos e contou com uma ministração do cantor gospel mexicano Marcos Witt, Bergoglio dizia que começava a ver uma “diversidade reconciliada” entre católicos e evangélicos.
A seguir um artigo enviado pela sra. Luzia Stella - Curitiba - PR
Uma pergunta catolicamente chata e, para muitos, inoportuna: o que esperar de um ecumenista convicto à frente do Papado?
Um bispo católico que se ajoelha diante de um pastor evangélico para receber o “dom” da sabedoria ecumênica manifesta, com tal ato, algum tipo de humildade? E outra: é verdadeira humildade calar a verdade da fé no “diálogo” com outras religiões ou seitas?
À primeira pergunta podemos responder dizendo o seguinte:
1- se Cristo nada tem a aprender com Nicodemos, muito menos terá a aprender com Lutero e seus descendentes; e...
2- a verdadeira humildade, antes e acima de tudo, é uma reverência pela qual o homem se submete a Deus, como ensina Santo Tomás. Nas palavras do Doutor Comum, o homem deve submeter-se ao próximo única e exclusivamente naquilo em que nele há de semelhança com Deus (cfme. Suma Teológica, II-II, q.161, art. 3, resp), e não no que nele haja de humano ou de não cristão — ou ainda de falsamente cristão, o que é pior.
A regra da humildade cristã é a verdade evangélica, da qual a Igreja Católica é a única custodiadora, por missão divina. Esta é a doutrina bimilenar, quer gostemos, quer não. Quer o mundo a aceite, quer não. Por isso a Igreja sempre foi um signo de divisão e os líderes de seitas cristãs sempre foram chamados pelos Papas a se arrepender e a retornar à Santa Madre Igreja — isto até que batesse o vendaval do Vaticano II e inaugurasse um virulento ecumenismo totalmente anticatólico... intra muros Ecclesiae!
O único diálogo possível é o apostólico: convertam-se à religião verdadeira fundada por Cristo, o Verbo encarnado. Simples desta forma: sim, sim, não, não.
Ai, que coisa chata e antiquada! Ai, que coisa antimoderna e antidialogante! Ai, quanta intolerância!
Pois bem. O recém-eleito Papa Francisco tem um passado de grande propagador do ecumenismo — que, dentre os crimes contra a fé, talvez seja o pior de todos, por seu caráter insidioso e corrosivo. Então repitamos a pergunta do título, incômoda para muitos no momento presente: o que esperar de um Papa ecumenista convicto? Resposta: o milagre de uma conversão à doutrina católica integral.
É possível? Sim. É provável? Não, pois a história da Igreja está aí para nos mostrar que o modo ordinário de Deus agir não é este.
A hora é grave. Gravíssima. Um divisor de águas se aproxima e parece que todos teremos de tomar uma posição clara em breve — inclusive muitos dos chamados conservadores “linhas-médias”.
Movido pelo Espírito Santo, o Papa Francisco contrariará o Cardeal Bergoglio? Ou dará razão a Leonardo Boff, para quem ele é a grande esperança do estabelecimento de uma Igreja pancristã mundial, ou seja, a abominação da desolação no lugar santo?
Logo saberemos.
P.S. Queríamos, de verdade, postar algo muito, muito diferente — num dia tão festivo para a maioria dos católicos. Mas estas são indagações que, a nosso ver, todo católico verdadeiramente amante da Igreja deveria fazer na hora presente. Além de rezar sobretudo pelo Papado, ao qual o Papa deve servir. Isto por um motivo bem simples: nenhum Papa está acima do Papado.
Por Sidney Silveira - Fonte: http://contraimpugnantes.blogspot.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O Purgatório: Um lugar de purificação

  
 

Que local misterioso é esse entre a terra e o Céu, cujos “habitantes” pedem veementemente nossa ajuda e também podem nos beneficiar?

Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para não suceder que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão. Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo” (Mt 5, 25-26).
Jesus estava falando aos Apóstolos a respeito das punições que esperam os pecadores após a morte. Antes se referira ao fogo da geena — o Inferno —, uma prisão perpétua, eterna. Mas aqui Ele fala de um cárcere do qual se poderá sair, desde que seja pago o débito, até o último centavo.
Essa prisão temporária, um estado de purificação para os que morrem cristãmente sem terem atingido a perfeição, é o Purgatório. Lugar misterioso, mas onde reina a esperança e os gemidos de dor são entremeados por cânticos de amor a Deus.
Caro leitor, eis um assunto do qual se fala pouco, mas cujo conhecimento é vital para nós e para nossos entes queridos que já partiram desta vida.
Convido-o a repassar comigo diversos aspectos desse importante tema.

A festa de Finados

No dia 2 de novembro, a sagrada Liturgia se lembra de modo especial dos fiéis defuntos. Depois de ter celebrado — no dia anterior, festa de Todos os Santos — os triunfos de seus filhos que já alcançaram a glória do Céu, a Igreja dirige seu maternal desvelo para aqueles que sofrem no Purgatório e clamam com o salmista: “Tirai-me desta prisão, para que possa agradecer ao vosso nome. Os justos virão rodear-me, quando me tiverdes feito este benefício” (Sl 141, 8).
A gênese dessa celebração está na famosa abadia de Cluny, quando seu quinto Abade, Santo Odilon, instituiu no calendário litúrgico cluniacense a “Festa dos Mortos”, dando especial oportunidade a seus monges de interceder pelos defuntos, ajudando-os a alcançarem a bem-aventurança do Céu.
A partir de Cluny, essa comemoração foi-se estendendo entre os fiéis até ser incluída no Calendário Litúrgico da Igreja, tornando-se uma devoção habitual, em todo o mundo católico.
Talvez o leitor, como milhares de outros fiéis, tenha o costume de visitar o cemitério nesse dia, para recordar os familiares e amigos falecidos, e por eles orar. Muitos cristãos, porém, não prestam ouvidos aos apelos de seu coração, que os move a sentir saudades de seus entes queridos e a aliviá-los com uma prece. Talvez por falta de cultura religiosa, ou por falta de alguém que as incentive ou oriente, muitas pessoas nem vêem a necessidade de rezar pelas almas dos falecidos. A inúmeras outras, a existência do Purgatório causa estranheza e antipatia.
Seja como for, tanto por amor às almas que esperam ver-se livres de suas manchas para entrarem no Paraíso, quanto para estimular em nós a caridade para com esses irmãos necessitados, como também para nosso próprio proveito, vejamos o “porquê” e o “para quê” da existência do Purgatório.

Purificação necessária para entrar no Céu

Sabemos que a Igreja Católica é una. É o que rezamos no Credo. Entretanto, os membros da Igreja não estão todos aqui, entre nós, mas em lugares diversos, como diz o Concílio Vaticano II. Alguns “peregrinam sobre a terra, outros, passada esta vida, são purificados, outros, finalmente, são glorificados” (Lumen Gentium, 49).
Entre a terra e o Céu não é raro acontecer, no itinerário da alma fiel, um estágio intermediário de purificação. Segundo nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, por aí passam “os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão perfeitamente purificados”. Por isso “passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu” (nº 1030).
Esse estado de purificação nada tem a ver com o castigo dos condenados ao Inferno, pois as almas do Purgatório têm a certeza de haver conquistado o Céu, mesmo que sua entrada ali tenha sido adiada por causa de seus resíduos de pecado.
A primeira epístola aos Coríntios faz referência ao exame a que serão submetidos os cristãos, os quais, havendo recebido a Fé, devem continuar em si a obra de sua santificação. Cada um será examinado no respeitante ao grau de perfeição que atingiu: “Se alguém edifica sobre este fundamento, com ouro, ou com prata, ou com pedras preciosas, com madeira, ou com feno, ou com palha, a obra de cada um aparecerá. O dia (do julgamento) demonstrá-lo-á. Será descoberto pelo fogo; o fogo provará o que vale o trabalho de cada um. Se a construção resistir, o construtor receberá a recompensa. Se pegar fogo, arcará com os danos. Ele será salvo, porém passando de alguma maneira através do fogo” (1Cor 3, 12-15). “Ele será salvo”, diz o Apóstolo, excluindo o fogo do Inferno, no qual ninguém pode ser salvo, e se referindo ao fogo temporário do Purgatório.
Comentando este e outros trechos da Sagrada Escritura, a Tradição da Igreja nos fala do fogo destinado a limpar a alma, como explica São Gregório Magno em seus Diálogos: “Com relação a certas faltas leves, é necessário crer que, antes do Juízo, existe um fogo purificador, como afirma Aquele que é a Verdade, ao dizer que, se alguém pronunciou uma blasfêmia contra o Espírito Santo, essa pessoa não será perdoada nem neste século, nem no futuro (Mt 12, 31). Por essa frase, podemos entender que algumas faltas podem ser perdoadas neste século, mas outras no século futuro”.

Por que existe o Purgatório?

Será Deus tão rigoroso a ponto de não tolerar nem mesmo a menor imperfeição, limpando-a com penas severas? Esta pergunta facilmente pode nos vir à mente.
Em primeiro lugar, devemos nos lembrar desta verdade: depois de nossa morte, não seremos julgados segundo nossos próprios critérios, pois “o que o homem vê não é o que importa: o homem vê a face, mas o Senhor olha o coração” (1Sm 16, 7). Estaremos diante de um Juiz sumamente santo e perfeito, e em seu Reino “não entrará nada de profano” (Ap 21, 27). Com efeito, na presença de Deus, de sua Luz puríssima, a alma percebe em si mesma qualquer pequeno defeito, julgando-se, ela mesma, indigna de tal majestade e grandeza. Santa Catarina de Gênova, grande mística do século XV, deixou uma obra muito profunda sobre a realidade do Purgatório e do Inferno. Explica ela o seguinte: “Digo mais: no concernente a Deus, vejo que o Paraíso não tem portas e ali pode entrar quem quiser, pois Deus é todo misericórdia e seus braços estão sempre abertos para nos receber na glória; mas a divina Essência é tão pura — infinitamente mais pura do que podemos imaginar — que a alma, vendo nela mesma a menor das imperfeições, prefere atirar-se em mil infernos a aparecer suja na presença da divina Majestade. Sabendo então que o Purgatório está criado para a purificar, ele mesma se joga nele e encontra ali grande misericórdia: a destruição de suas faltas”.
Essas manchas, a serem purificadas na outra vida, o que são?
São os restos de apego exagerado às criaturas, ou seja, as imperfeições, e os pecados veniais, bem como a dívida temporal dos pecados mortais já perdoados no Sacramento da Reconciliação. Tudo isso diminui na alma o amor de Deus.
Por causa dessas afeições desregradas se estabelece um estado de desordem em nosso interior, afastando-nos do Mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas.
Essa é a causa pela qual, antes de permitir a uma alma subir até a glória celestial, “a justiça de Deus exige uma pena proporcional que restabeleça a ordem perturbada” (Suma Teológica, Supl. q. 71, a. 1)
E a alma se sujeita ao castigo do Purgatório com alegria, em plena conformidade com a vontade do Senhor. Seu único desejo é ver-se limpa, para poder configurar-se com Cristo.
As almas nesse estado “purificam-se”, diz São Francisco de Sales, “voluntariamente, amorosamente, porque assim Deus o quer” e “porque estão certas de sua salvação, com uma esperança inigualável”.

A pena do Purgatório

As dores infligidas nesse local de purificação são “tão intensas que a menor pena do Purgatório ultrapassa a maior desta vida” (Suma Teológica, Supl., q. 71, a. 2). Mesmo assim, pondera São Francisco de Sales, “o Purgatório é um feliz estado, mais desejável que temível, pois as chamas nele existentes são chamas de amor”.
Mas como entender que esse terrível sofrimento seja transpassado de amor?
Na verdade, o maior tormento das almas do Purgatório — a “pena de dano” — é causado precisamente pelo amor. Essa pena consiste no adiamento da visão de Deus. Criado para amar e ser amado, o homem, ao abandonar esta terra, descobre a inefável beleza da Luz Divina e deseja correr para Ela com todas as suas forças, como o cervo sedento corre em direção à fonte das águas. Contudo, vendo em si o defeito do pecado, fica privado temporariamente daquela presença tão pura. Afastada, assim, d’Aquele que é a suprema e única felicidade, a alma sente um padecimento incalculável.
Para nós, que ainda somos peregrinos neste vale de lágrimas, é difícil entender a imensidade dessa dor. Vivemos sem ver a Deus, embora n’Ele creiamos. Somos como cegos de nascimento, pois nunca vimos o Sol de Justiça, que é Deus; embora sintamos seu calor, não podemos fazer idéia de seu resplendor e grandeza.
Entretanto, as almas benditas do Purgatório, logo após terem abandonado o corpo inerte, discerniram a inefável e puríssima beleza de Deus, mas não podem possuí-la imediatamente. Santa Catarina de Gênova usa uma expressiva metáfora para explicar essa dor: “Suponhamos que, no mundo inteiro, exista apenas um pão para matar a fome de todas as criaturas, e que basta olhar para esse pão para ficarem satisfeitas. Por sua natureza, o homem saudável tem o instinto de se alimentar. Imaginemos que ele seja capaz de se abster dos alimentos sem morrer, sem perder a força e a saúde, mas aumentando cada vez mais a fome. Ora, sabendo que só aquele pão pode saciá-lo e que não poderá matar sua fome enquanto não o alcançar, ele sofre sacrifícios insuportáveis, os quais serão tanto maiores quanto mais longe ele estiver do pão”.
Apesar de tudo, as almas do Purgatório têm a certeza de que um dia poderão se saciar de modo pleno com esse Pão da Vida, que é Jesus, nosso amor. E por isso seu sofrimento é em tudo diferente do tormento dos condenados ao Inferno, os quais nunca poderão se aproximar da Mesa do Reino dos Céus. Esperança e desespero, eis a diferença fundamental entre esses dois lugares.

Disposição das almas no Purgatório

Por isso, há nas almas do Purgatório um matiz de alegria no meio da dor. De forma brilhante, explica-o o Papa João Paulo II, na alocução de 3 de julho de 1991: “Mesmo que a alma tenha de sujeitar-se, naquela passagem para o Céu, à purificação das últimas escórias, mediante o Purgatório, ela já está cheia de luz, de certeza, de alegria, pois sabe que pertence para sempre ao seu Deus”.
E Santa Catarina de Gênova afirma: “Estou certa de que em nenhum outro lugar, excetuando o Céu, o espírito pode achar uma paz semelhante à das almas do Purgatório”.
Isso ocorre porque a alma se fixa na disposição em que se encontra na hora da morte, ou seja, contra ou a favor de Deus, pois a liberdade humana termina com a morte. E tendo falecido na amizade de Deus, a alma do Purgatório se adapta com docilidade à sua santa vontade. Daí conservar a paz em meio a terríveis sofrimentos.
Dos lábios do suavíssimo São Francisco de Sales ouvimos dizer que “entre o último suspiro e a eternidade, há um abismo de misericórdia”. Todos acham melhor fazer um esforço para evitá-lo. Outros, porém, sem se oporem aos anteriores, enfrentam o problema com uma ousada confiança no amor misericordioso do Senhor.
Santa Teresa de Jesus, por exemplo, diz com veemência: “Esforcemo-nos, fazendo penitência nesta vida. Como será suave a morte de quem a tiver feito por todos os seus pecados, e assim não precisar ir para o Purgatório!” Já sua discípula, Santa Teresinha do Menino Jesus, formula de modo surpreendente sua atitude, se nele caísse: “Se eu for para o Purgatório, ficarei muito contente; farei como os três hebreus na fornalha, caminharei entre as chamas cantando o cântico do amor”.
Uma atitude não contradiz a outra, mas ambas se completam, e, mesmo se tivermos de passar por esse lugar tão doloroso, tenhamos uma confiança sem limites na bondade divina.
De qualquer modo, a Santa Igreja coloca maternalmente à nossa disposição as indulgências, para nos poupar das penas do Purgatório. Mas este tema pode ficar para outro artigo.

Ajudemos as almas benditas

Não devemos pensar só no nosso destino pessoal, mas também nos perguntarmos como podemos ajudar aquelas almas que já estão à espera da libertação. Elas não podem fazer nada por si, pois estão impossibilitadas de alcançar méritos, e dependem de nós. Interceder por elas é uma belíssima e valiosa obra de misericórdia: de certo modo, não há ninguém mais carente do que elas.
O costume de rezar pelas almas dos falecidos vem do Antigo Testamento. Também diversos Padres da Igreja promoveram essa prática, como São Cirilo de Jerusalém, São Gregório de Nissa, Santo Ambrósio e Santo Agostinho. No século XIII, o Concílio de Lyon ensinava: “As almas são beneficiadas pelos sufrágios dos fiéis vivos, quer dizer, o sacrifício da Missa, as orações, esmolas e outras obras de piedade, as quais, segundo as leis da Igreja, os fiéis estão acostumados a oferecer uns pelos outros”.
Como é bela a devoção às benditas almas do Purgatório! É agradável a Deus e nos beneficia também, levando-nos à verdadeira dimensão cristã da existência, fazendo-nos viver em contato e comunhão com o sobrenatural, e com o futuro, no sentido mais pleno da palavra. Como essas pobres almas nos ficarão agradecidas ao receber nosso auxílio! Poderão ser nossos parentes, ou até mesmo nossos pais. Poderá ser alguém que não conhecemos, e que nos dará uma afetuosa acolhida na eternidade. No Céu, e enquanto ainda estiverem no Purgatório, elas rezarão por nós, com todo o empenho, pois Deus lhes dá essa possibilidade.
Concluindo, gostaria de fazer ao prezado leitor uma proposta: reze por essas almas necessitadas, ofereça-lhes Missas, dê esmolas por elas, faça sacrifícios e consiga que outras pessoas se tornem devotas fervorosas das almas benditas.
Sabe quem será o maior beneficiado? Você mesmo!
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Senhores Bispos e Padres!VOLTEM PARA A MISSÃO A QUE DEUS LHES CONFIOU.

 


Os Padres são chamados por Deus para serem santos, se o Padre sai desse objetivo de Deus, passando a buscar as vaidades e prazeres do mundo, é certo que ele irá cair em muitos pecados.
Se o senhor Padre, não acredita nessa verdade, veja apenas uns poucos casos de escândalos de eclesiásticos, dentre milhares pelo mundo.
É bom que o senhor Padre e senhor Bispo vejam estas coisas ruins para orarem, vigiarem, mudarem de vida se estiverem vivendo com negligencias, e por amor a Deus, por amor as almas, por amor aos outros eclesiásticos, os alertarem do perigo que estão correndo de perder a salvação, caso continuem vivendo segundo suas vontades pessoais e não segundo a vontade de Deus.
Senhores Bispos e Padres!
Não queiram ser artistas de filmes, nem humoristas ou cantores de programas de auditório de TV, não queriam ser boêmios, nem namorar, casar, e demais coisas as quais o Senhor Deus não vos chamou, pois se não fordes completamente fieis ao chamado de Deus ao modo de Deus, estais vos enganando a vós mesmos e levando a perdição milhões de almas, das quais ireis prestar contas diante de Deus; isso sem contar como estais a destruir, ao invés de construir, a Igreja que Jesus Cristo vos confiou.
Não temeis a Deus?
Não temeis o julgamento, quando sereis recompensados pela vida vivida em santidade, ou condenado pela vida vivida em pecado?
O titulo de Padre, Bispo, Cardeal, etc, não vos assegura a salvação de vossas almas. Sereis salvos se viverdes em santidade, mas se viverdes em pecado sereis condenados.
Judas Iscariotes foi um dos Apóstolos, mas Jesus diz que Judas se condenou ao inferno quando falando, orando, a Deus Pai, sobre os discípulos, disse:
”Enquanto eu estava com eles, eu os guardava em teu nome, que me incumbiste de fazer conhecido. Conservei os que me deste, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura” (Jo 17, 12).
  

ACORDA POVO DEUS!

Padre pagodeiro defende ‘samba oração’, com parceiro Diogo Nogueira


Por André Luiz e Hedelavia

Padre Omar lança primeiro álbum; veja top 5 com sacerdotes cantores.
‘É mais uma das quinhentas coisas que eu faço’, diz, sobre carreira musical.


Já não é novidade que os padres cantores têm dominado a lista dos discos mais vendidos no Brasil de uns anos para cá. Não será surpresa se “Peço a Deus”, CD de estreia de Padre Omar, marcar presença no ranking quando 2012 chegar ao fim.
Mas, se o fato de um padre investir na carreira musical já não é mais novidade nos dias de hoje, a ideia de misturar samba e oração em um mesmo caldeirão provavelmente é. Pelo menos é o que acredita Padre Omar, que usa o gênero para passar adiante a mensagem da igreja.
“É um diferencial que a gente trouxe”, afirma aoG1. “O samba que a gente canta não é sensual, que apenas cria entusiasmo. Usamos o samba para comunicar um valor, uma virtude, uma mensagem de Jesus Cristo. O samba é uma linguagem”.
Com 13 faixas, o disco tem como carro-chefe o single que conta com a participação do sambista Diogo Nogueira. “Peço a Deus” conta ainda com uma versão de “Amigos para sempre”, na qual compartilha o microfone com outros dois padres, Juarez de Castro e Gleuson Gomes, e “A montanha”, de Roberto e Erasmo Carlos, com participação de Padre Jorjão.
Veja clipe com o “samba oração” Peço a Deus.

Em entrevista, veja as respostas do Padre e tire suas conclusões, quais suas intenções?

G1 – Um padre precisa ser bom cantor pra lançar um disco?
Padre Omar –
Para cantar ele tem que ter qualidade musical, porque vai chegar uma hora que ele terá que fazer uma apresentação ao vivo e cumprir a sua missão ali, né? Não pode ser um padre fake, um cantor fake. É melhor ele fazer outra coisa, ele pode pregar na igreja, fazer outras coisas. Quem tem o dom da música deve trabalhar na igreja a partir desse dom. A igreja é muito aberta e compreende muito bem os carismas e a gente trabalha com o dom que Deus nos deu. Eu me qualifiquei para isso.

G1 – ‘Peço a Deus’ tem Diogo Nogueira. Como foi a participação?
Padre Omar –
Diogo Nogueira é um jovem cantor que é muito querido no Rio de Janeiro e em todo o Brasil. Sempre admirei as canções dele e de seu pai [João Nogueira], que é uma referência musical. Ter Diogo cantando é muito bom, é um rapaz virtuoso, que tem fé, portanto foi uma boa parceria.
G1 – As pessoas podem te chamar de padre pagodeiro?
Padre Omar –
Pode ser. O CD tem outros estilos, mas a inovação está no samba. Não é comum padres cantando samba. Esse é um diferencial, mas tem outros ritmos. Tem baladas, músicas tradicionais da igreja, como “A benção, João de Deus”. Samba é interessante por ser uma linguagem moderna, a galera está gostando. Abre diálogo com outro universo.
G1 – Qual é sua relação com o samba?
Padre Omar –
Jorge Cardoso [produtor] é o grande maestro do samba do Rio de Janeiro, um homem que eu já conhecia e tinha amizade e carinho, um homem que respeita muito a figura do padre, que tem fé. Minha ideia era criar um samba orante, um samba que comunicasse uma espiritualidade. O samba que a gente canta não é sensual, que apenas cria entusiasmo. Usamos o samba para comunicar um valor, uma virtude, uma mensagem de Jesus Cristo. O samba é uma linguagem. Quando ela é repleta de conteúdo vira algo fabuloso, pode ser utilizado pra evangelização. O CD é um produto? Sim. Mas a finalidade é evangelizar.

“Além de ser padre pagodeiro, rótulo que ele aceita, Padre Omar é consultor para assuntos religiosos na Rede Globo: ‘Com um padre de verdade do lado dá tranquilidade na hora da produção É preciso mostrar o realismo”

G1 – Você não vê problema em pegar músicas tradicionais de igreja e dar novas roupagens a elas?
Padre Omar – Fiz essa experiência no CD. Há uma música, que é tradicional, e a gente fez uma releitura. Para ser considerada uma música católica, ela precisa ter, primeiro, o louvor a Deus, para assim ser cantada por um padre. A segunda característica é a edificação dos fiéis, ou seja, tem que ter qualidade. A gente não pode cantar qualquer coisa, música sem mensagem, só pelo ritmo. O ritmo é um meio para você poder comunicar alguma coisa. Conseguimos atingir esses dois objetivos.
G1 – Você gravaria, por exemplo, com Belo, que foi condenado na Justiça, como fez Padre Marcelo Rossi?
Padre Omar –
O Padre Marcelo fez isso, né? Gravou com ele. É… pode ser. A gente não tem preconceito não. Acho que é importante o padre conhecer bem aquele que ele chama para uma parceria. O Padre Marcelo conhece bem o Belo, tanto que o casou. Desde que você conheça bem a vida da pessoa que está cantando com você, acho que toda parceria é bem vinda. Desde que você tenha o conhecimento de quem está contigo.
G1 – Sua formação musical é clássica. Como foi a aproximação com o pop?
Padre Omar –
A formação é bem clássica, de seminários e conservatórios. Mas já no Conservatório Brasileiro de Música eu tive contato com o samba, por exemplo, quando estudei a origem do samba e de outros ritmos nativos. É maravilhoso a gente poder olhar isso. Acho que a gente pode cantar a música religiosa em outros ritmos, até ritmos próprios dos americanos, como o gospel, mas existe uma música que é brasileira e que pode ser cantada com o conteúdo da nossa fé.
G1 – Como é seu trabalho como consultor para assuntos religiosos na Rede Globo?
Padre Omar –
Fazemos um laboratório com os atores, acompanhamos as cenas religiosas, um dia todo às vezes acompanhando uma cena… É muito agradável porque a gente pode, através daquela produção, fazer a coisa certa, mostrar para o público como é que é. Padre com a roupa certa, fazendo o gesto certo, para que o ator se sinta mais seguro na hora de atuar. Com um padre de verdade do lado dá uma tranquilidade na hora da produção. É preciso mostrar o realismo.

“É mais uma das quinhentas coisas que eu faço. A gente tem que ser 100% padre. Eu sou padre durante 24 horas. Se eu tiver que cantar, fazer um enterro, um batizado, tiver que visitar um doente no hospital, estarei com a mesma alegria e disponibilidade”

G1 – Como é conciliar a vida de padre e de artista/cantor? Ou na sua cabeça tudo faz parte de uma só coisa?
Padre Omar –
É mais uma das quinhentas coisas que eu faço. A gente tem que ser 100% padre. Eu sou padre durante 24 horas. Se eu tiver que cantar, fazer um enterro, um batizado, tiver que visitar um doente no hospital, estarei com a mesma alegria e disponibilidade. Não tem essa não de “agora sou isso, agora sou aquilo”. Isso é bobagem. Tem que ser autêntico e verdadeiro. Isso não é discurso não, hein? Isso é sério.

“Mas a maior desdita destes miseráveis consiste em que, não obstante sua cegueira e insensatez, julgam ser sábios e prudentes” (Santo Afonso Maria de Ligório).

Qual sua visão na postura desse sacerdote?

Profecias Católicas aprovadas pelas igreja a respeito da apostasia dos finais dos tempos

  
 
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Profecias dos santos e confidentes ao longo da história, e veja como já estamos as portas dos acontecimentos.
Ana Catarina Emmerich (1774 -1824), freira alemã estigmatizada, teve a seguinte visão dos nossos dias: “Os demolidores levavam grandes pedaços; eram em grande número, sectários e apóstatas. Em seu trabalho seguiam “certas” ordens e “certas” regras”; disse mais: “Vi, com horror, que entre eles havia também sacerdotes católicos… Vi o Papa em oração, rodeado de falsos amigos, que, com freqüência, faziam o contrário do que ele ordenava”. - “O mundo se converterá, quando houver respeito na casa de Deus, a Igreja”.
Em La Salette, França, aparição reconhecida e aprovada pela Igreja em 1851.
Disse Nossa Senhora àConfidente Melanie Calvat, em 1846: Os sacerdotes, ministros de Meu Filho, por causa de sua má vida, pelas suas irreverências e pela sua impiedade ao celebrar os santos mistérios, pelo amor ao dinheiro, amor às honras e prazeres, converteram-se em “cloacas de impureza”. Sim os Sacerdotes provocam a vingança e a vingança pende sobre suas cabeças. Ai dos Sacerdotes e pessoas consagradas a Deus que, pelas suas infidelidades e más vidas, crucificam Meu filho de novo!
O Santo Padre Pio de Pietralcina (Itália) que possuía as Santas Chagas de Jesus, disse em visão a um irmão (Padre): “Escutai, almas consagradas! A hora é grave, muito grave e vós sereis os primeiros a serem arrebatados pela tempestade, porque é por vós, por vosso intermédio, que vêm tantos males ao mundo. Inflame-vos de amor por Deus o pensamento contínuo da sua onipotência, para que vivais neste mundo a vida do Céu. Que os fiéis se lembrem disto:“faça-se nas paróquias ao menos em particular, uma hora santa, toda as quintas-feiras, pela santificação dos Sacerdotes”.
São Gregório Magno: “A Igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á, senão desaparecerá de todo o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está se preparando um exército de sacerdotes apóstatas”.
Em 1938, Nosso Senhor Jesus Cristo, em uma de Suas manifestações à religiosa polonesa,Santa Faustina Kowalska(canonizada em 2000), assim disse:“Amo a Polônia de maneira especial e se ela for obediente a Minha vontade, Eu a elevarei em poder e santidade. Dela sairá a centelha* que preparará o mundo para a Minha vinda derradeira”. (Diário, pág. 487, cad. VI, mensagem 1732). *Centelha: Karol Woytila, o Papa João Paulo II.
Garabandal(Espanha), em Junho de 1963, Nossa Senhora em Aparição num pequeno vilarejo, disse às Suas pequenas videntes (04 meninas de 9 a 11 anos), após a morte do então Papa João XXIII:“Depois deste que acaba de morrer, só restam mais três (03), e então será o fim dos tempos…”Obs.: Vieram Paulo VI, João Paulo I e agora João Paulo II.
Santa Brígida, da Suécia, foi uma das mais conhecidas Santas da Idade Média. Fundou a Ordem das Religiosas de São Salvador. Referindo-se aos Últimos Tempos, disse: “40 anos antes do ano 2000, o demônio será deixado solto, por um tempo. Um sinal dos eventos que marcarão o fim dos tempos”, continua Santa Brígida, “será: Os sacerdotes deixarão de usar hábito santo e se vestirão como pessoas comuns; as mulheres se vestirão como os homens e os homens como as mulheres”. “…Esta é a hora de Satanás, que tem a infame intenção de destruir a Minha Criação. Grita, a alta voz, Minha filha, porque esse dia está próximo e Satanás apressa-se a devastar nação a nação. O Meu Coração está despedaçado…”
sao-tomas.de.aquinoO Grande São Tomás D’Aquino(1225-1274), “o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios”, o Príncipe dos Teólogos e autor da “Summa Theologiae”, preceituava, fixando: “Apenas as mãos ungidas dos sacerdotes tocarão o Ssmo. Sacramento”.